Quarta-feira, 14 de janeiro de 2026 - 15h13

Acabou o mistério! O governador de
Rondônia. Cel. Marcos Rocha, disse, durante entrevista ao jornalista Everton
Leoni, que vai ficar no cargo até o final do mandato, descartando, assim, uma
possível candidatura ao Senado. Para alguns observadores, a decisão de Rocha já
era esperada. Nos bastidores, comentava-se que ele dificilmente passaria o
bastão para o seu vice por motivo só agora revelado. O termo usado pelo governador
foi traição, sem, contudo, oferecer maiores esclarecimentos, o que induz muita
gente a pensar que aconteceu alguma coisa muito grave entre eles, a ponto de
Rocha abrir mão de uma eleição para a qual pesquisas recentes o colocavam com
chances reais de vitória, para permanecer no comando do estado.
A partir de agora, começa a cerimônia
de beija-mão, com uma penca de candidatos brigando pelo apoio de Rocha não
somente para o governo de Rondônia, como também para o Senado, a Câmara dos
Deputados e a Assembleia Legislativa, conquanto sua administração vem sendo
alvo de críticas ácidas por importante parcela da sociedade revoltada com a
precariedade dos serviços prestados, principalmente, nas áreas da saúde e
segurança pública.
Marcos Rocha não é o primeiro
governador e, certamente, não será o último a brigar com o vice. No seu
primeiro mandato, logo no começo da administração, Ivo Cassol brigou feio com a
vice Odaisa Fernandes. Dizem que Cassol exonerou todos os ocupantes dos cargos
indicados por ela e, de quebra, ainda lhe teria tirado o carro de representação.
Valdir Raupp teve uma convivência conturbada com o vice Aparício Carvalho.
Descendo para o executivo municipal, o então prefeito de Porto Velho, Hildon
Chaves, rompeu com seu companheiro de chapa Edgar do Boi. O racha entre Rocha e
seu vice é apenas mais um episódio na história da política rondoniense.
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