Quinta-feira, 22 de maio de 2025 - 17h11

Chega a ser até difícil encontrar adjetivos para qualificar o
momento pelo qual passa o setor da assistência médica do Instituto de
Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho (IPAM).
Entra governo, sai governo e o quadro de saúde do paciente, ao invés de
melhorar, só piora cada vez mais, com o acesso a determinados serviços
interrompidos por atrasos de pagamentos, segundo informações de segurados.
A precária situação financeira por que passa o caixa da
assistência médica do Ipam vem levando, diariamente, hospitais, clínicas,
laboratórios e profissionais das mais diversas especialidades, a suspenderem o
atendimento ou descredenciarem-se, causado prejuízos a beneficiários e
dependentes, que ficam sem acesso a determinados serviços.
O Conselho Deliberado do Ipam precisa verificar o que
realmente está acontecendo com a assistência médica e, dentro do seu campo de
atuação, cobrar das autoridades responsáveis a adoção de medidas corretivas.
Isso porque, do jeito que a situação está, não pode continuar. Afinal, a função
do Conselho é representar os servidores e agir em defesa de seus legítimos
interesses. Caso contrário, a assistência médica do Ipam corre o sério risco de
colapsar, como aconteceu com a do Instituto de Previdência e Assistência dos
Servidores Públicos de Rondônia (IPERON).
No Ipam, a palavra de ordem, hoje, é fiscalizar os gastos.
Isso é importante, não se tem dúvida, assim também como é essencial os serviços
médico-hospitalares pelos quais o servidor contribui, mensalmente, além do
pagamento do Elemento Moderador, quando precisa retirar uma guia de consulta ou
realizar algum exame, cuja liberação anda a passos de cágado. Depois, quando a
vaca for para o brejo, vai ficar difícil colocá-la novamente em terra seca.
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