Domingo, 17 de fevereiro de 2019 - 10h19

Uma identidade própria para reconhecer a dos outros
Com a ida ao Dubai e o encontro com as autoridades muçulmanas pode significar um grande passo no caminho da paz mundial. O Papa Francisco apelou para a necessidade de um compromisso das religiões pela paz.
Francisco exortou: “Paz e religião pertencem juntas: Violência significa profanação do nome de Deus”. "Toda a profissão de fé é chamada a preencher a lacuna entre amigo e inimigo para tomar a perspectiva do céu, que inclui todas as pessoas sem preferências nem discriminações".
Francisco acentua que é preciso a "Coragem pela diferença"… "Isto pressupõe uma identidade própria, da qual não se tem de abdicar para agradar ao outro. Mas, ao mesmo tempo, requer a coragem de ser diferente, o que inclui o pleno reconhecimento do outro e da sua liberdade, e o consequente esforço para usar-me de tal modo que os seus direitos fundamentais sejam sempre e em toda a parte reconhecidos por todos". E acrescentou: "A oração limpa o coração do seu egocentrismo".
Al-Azhar e a Igreja Católica declaram que aceitarão "a cultura do diálogo como caminho; a cooperação comum como código de conduta; a compreensão mútua como método e critério".
"Não há alternativa: ou construímos o futuro juntos ou não há futuro. Acima de tudo, as religiões não podem prescindir da tarefa urgente de construir pontes entre povos e culturas”.
O compromisso das religiões é condição sem a qual não haverá paz mundial. De facto, só no respeito do que cada um é se chega à paz que se quer! É necessária criar uma cultura de multiplicadores da fraternidade, construtores de pontes apoiadas naquilo que nos une, o resto (indiferença, ódio, rancor, incompreensão) deixámo-lo na água que passa debaixo da ponte.
Tudo isto pressupõe uma viragem de mentalidade: começar a entender o mundo como um conjunto de complementaridades necessárias.
© António da Cunha Duarte Justo
In “Pegadas do Tempo”, https://antonio-justo.eu/?p=
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