Segunda-feira, 7 de julho de 2025 - 13h40
O Brasil vive uma barafunda generalizada, onde quase todos
reclamam do governo Lula, mas poucos são aqueles que estão dispostos a dar sua
cota de sacrifício, inclusive o próprio governo, que se recusa a cortar
despesas, preferindo aumentar impostos para manter a gastança desenfreada,
enquanto o país segue descendo a ladeira feito um caminhão desgovernado.
De um lado, temos um presidente que fala pelos cotovelos.
Lula acha que falando vai conseguir retirar o Brasil do abismo política, social
e econômico no qual está imerso, quando, na verdade, deveria se esforçar para
encontrar os rumos estáveis para a Nação, dentro dos novos quadros da realidade
mundial. Do outro lado, lutando para afundar o barco mais rápido, estão
entrincheiradas as forças do vampirismo e seus séquitos, especializadas em meter
as mãos sujas no dinheiro do povo, por meio de projetos e serviços públicos
para proveito próprio ou de terceiros, usando licitações fraudulentas e
faturamento de obras, entre outras irregularidades.
Na outra ponta, a inflação voltou a tirar o sono da
população, com destaque para o aumento dos alimentos (apesar de a propaganda oficial
pretender convencer o consumidor do contrário). O desemprego assume grande
relevância na crise. No serviço público,
o conceito de isonomia foi esquecido. Muitos servidores de carreira veem seus
direitos sendo postergados, enquanto as folhas de pagamento são infladas com a
contratação de parentes, aderentes e cabos eleitorais. É clara a separação
entre economia e moralidade. Enquanto isso, políticos vira-casacas, que
deveriam trabalhar para amenizar o sofrimento da população, ficam fazendo
pressão para manter seus privilégios, tornando a situação ainda mais caótica.
No fundo, o que deseja essa gente é colocar mais lenha na
fogueira só para ver o circo pegar fogo e, destarte, colher as melhores
castanhas do braseiro. Chega a causar asco vê-los na televisão exaltando a
moralidade pública e condenando a corrupção. São farsantes de carteirinha,
vazios de espírito público como um sepulcro. Só mesmo Deus, com Seu poder e Sua
misericórdia infinita, para arrancar o nosso país das trevas na qual a
corrupção e a incompetência os lançou.
O Oceano em nós, concílio do galinheiro dourado e as fronteiras que nos dão
O panenteísmo cristão e a Trindade como fórmula da realidade A relação entre Deus e o mundo é uma das grandes questões da filosofia e da teologia.
A crise na saúde estadual é antiga
Os problemas que envolvem o setor da saúde estadual não são de hoje. Pelo contrário, vem de longe. Em 18 de outubro de 1994, portanto, há 31 anos, m
No Brasil é assim, quando não se quer apurar nada, logo se cria uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Agora não seria diferente. Depois de mu
Excesso de comissionados preocupa servidor da Câmara Municipal de Porto Velho
Um servidor da Câmara Municipal de Porto Velho entrou em contato com a coluna para reclamar da quantidade de cargos comissionados que, segundo ele,