Sexta-feira, 29 de agosto de 2025 - 17h09
Os problemas que envolvem o setor da saúde estadual não são
de hoje. Pelo contrário, vem de longe. Em 18 de outubro de 1994, portanto, há
31 anos, matéria do jornal Alto Madeira (extinto) já chamava a atenção das
autoridades para a crise no sistema de saúde, com a seguinte manchete: “médicos
criticam a omissão do estado”. Já naquela época, o presidente do sindicato dos
médicos, Pedro Luís Lankoski, criticava a precariedade dos serviços prestados à
população, incluisive os baixos salários e as péssimas condições de trabalho dos
profissionais.
Nesse período, é de se perguntar quantas vezes representantes
dos órgãos de fiscalização, como Ministério Público e Tribunal de Contas de
Rondônia estiveram, por exemplo, no Hospital João Paulo II, encontraram
irregularidades e, rigorosamente, puniram os responsáveis? Não é preciso ser
especialista em nada para saber que os problemas da saúde estadual não estão
relacionados à escassez de recursos, como muitos alardeiam, mas apenas refletem
a falta de competência, de seriedade, de responsabilidade e, principalmente, a
total ausência de respeito para com o ser humano.
É sabido que o acesso à saúde de qualidade está garantido na
Constituição Federal. O problema é que nem todo dirigente público respeita a
Constituição. Portanto, pode o cidadão rondoniense gritar a plenos pulmões que
tem direito à saúde que ninguém certamente o escutará. Pelo menos agora, porém,
a partir do ano que vem, a população começará a ouvir promessas e discursos messiânicos
direcionados à melhoria do setor. E, o pior, é que muitos eleitores ainda
acreditam em contos de fadas. Prova disso é que elegeram o senhor Fernando
Máximo para a Câmara Federal, apesar de sua passagem desastrosa pela Sesau. O mesmo Máximo que, agora, estaria se
articulando para disputar o governo de Rondônia.
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