Segunda-feira, 30 de setembro de 2024 - 16h23

Tivéssemos governantes verdadeiramente
comprometidos com o bem-estar da população rondoniense é certo que a o
desabastecimento de água na cidade de Porto Velho já teria sido solucionado, e
muitos moradores não estariam dependendo de caminhões pipas para conseguirem um
balde de água.
E não me venham com esse papo furado de dizer
que a culpa é da estiagem. Uma ova! A responsabilidade pela escassez de água em
residências de Porto Velho tem nome: incompetência, porém, para uns poucos, é
mais fácil apontar o dedo na direção do outro do que reconhecer as próprias
fraquezas. E de pensar que essas pessoas estão há vários anos no poder.
Tiveram, portanto, tempo suficiente para, pelo menos, minimizar o problema. Mas
não o fizeram, por motivos óbvios. Em vez disso, preferiram empurrar o caso com
a barriga, e quem sofre com isso é o povo.
Agora, chegaram as eleições e, com elas, as
promessas levianas de sempre. E muitos eleitores ainda acreditam nessas
babaquices. Menos da metade da população da capital tem acesso à água potável,
um direito humano essencial, fundamental e universal, reconhecido pela ONU,
mas, infelizmente, nem todos os políticos e dirigentes públicos têm consciência
disso. Quando o assunto é água potável, Porto Velho ocupa o 99º lugar no
ranking das piores capitais na modalidade. Como diria o jornalista Bóris Casoy: “Isso é
uma vergonha!”
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