Domingo, 1 de abril de 2012 - 08h02
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João Cipriano
A violência e a certeza da impunidade caminham em todas as direções no Brasil dos jeitinhos e dos acertos jurídicos contra malfeitores, e agora marca um gol de placa nos Estádios e fora, com cenas de vandalismos, brutalidades, selvagerias com assassinatos entre membros das torcidas organizadas. Os meus pais já diziam que os exemplos dos mais velhos e das autoridades refletem diretamente na vida cotidiana das massas populares. Se os grandes políticos roubam, cometem crimes e nada acontece, usa da coisa pública para fazer malandragens, isso acaba refletindo de alguma forma nas atitudes de parte da população que se espelham nessas “autoridades”.
O Brasil enfrenta vários problemas para realizar a Copa do Mundo de 2014, entre eles, a epidemia das drogas nas cidades sedes que realizará os jogos, a corrupção nas obras do PAC da Copa e agora, mais um fato que poderá refletir nas ruas e nos Estádios, que será o enfrentamento violento de torcidas rivais. Olha que quando os torcedores podiam usar bebidas alcoólicas nos Estádios a coisa era ainda pior e os confrontos eram dentro das arenas do futebol.
As pessoas, em especial dos desajustados, os usuários de drogas, os alcoólatras do futebol e os membros das torcidas organizadas não respeitam nada e ninguém, muito menos forças policiais que fazem as seguranças nos dias de jogos aqui no Brasil.
Já os bons torcedores, as pessoas que amam o futebol na sua essência esportiva, que gosta de ir às arenas com suas famílias, encontram receios e medo. Em alguns jogos, muitos torcedores honrados deixam de comparecer nos estádios com medo e temor da violência nas entradas e saídas dos grandes clássicos.
Esses dias li uma reportagem onde os organizadores estariam buscando verbas bilionárias para preparar um esquema de segurança antiterror internacional. Acredito que os investimentos e as experiências de conter vandalismos e assassinatos entre os jovens torcedores já deveria estar em ação agora.
Para concluir, já têm delegados, coronéis e políticos falando em exigir carteirinhas de torcedor “ficha limpa” para merecer entrar e assistir os grandes clássicos. Olha que somos considerados a pátria do futebol, em razão da criatividade dos atletas.
Num Brasil minado pela corrupção, com uma republica centenária da impunidade dos políticos de colarinho branco, hoje, enumerados como aliados dos “malfeitos”, com um judiciário sobsuspeita, por membros do próprio CNJ, será que seremos capazes de impor regras rígidas para os torcedores drogados e ou embriagadas nos estádios da Copa. É certo que estão preparando mais um momento de pão e circo para as eleições de 2014, mas controlar as massas de torcedores embriagados, essa eu quero estar vivo para assistir, caso o mundo não acabe em 21 de dezembro de 2012. Será?. Visite o meu Blog (http://joaoserracipriano.blogspot.com.br/) e saiba mais conteúdos sociais.
Fonte: João Serra Cipriano - Email: ciprianoserra@yahoo.com.br
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