Quinta-feira, 15 de janeiro de 2026 - 09h50

O “Laranjão”,
atual e ex-presidente dos Estados Unidos está virando o mundo de cabeça para
baixo. Pertencente à extrema-direita fascista, Donald Trump, que foi eleito
pela segunda vez, não consecutiva, como presidente da maior potência econômica
e militar do mundo, tem criado situações embaraçosas nas relações
internacionais. Com ele, “a cadela do Fascismo está sempre no cio”.
No final do seu primeiro mandato, ocorrido entre 20 de janeiro de 2017 e 20 de
janeiro de 2021, ele não só incentivou, mas também permitiu que muitos de seus
fanáticos seguidores invadissem e vandalizassem o prédio do Congresso Nacional
dos Estados Unidos para impedir que as casas legislativas reconhecessem a
vitória do seu oponente Joe Biden. O ataque ao Capitólio ocorreu no dia 6 de
janeiro de 2021 e teve a participação direita do ainda presidente. Foram cinco
mortos.
Exatos dois
anos depois, foi a vez dos radicais brasileiros, liderados e incentivados por
Jair Bolsonaro, copiarem e repetirem a mesma coisa que aconteceu lá com os
norte-americanos. Só que no caso do Brasil o resultado foi completamente
diferente. Aqui, vários “terroristas de mentirinha” foram presos,
julgados e condenados pelo STF. Muitos deles ainda estão cumprindo penas de até
17 anos de cadeia em regime fechado. Já o ex-presidente está preso depois de
ser julgado e condenado a 27 anos de cadeia em regime fechado. Assim como
também todos os seus asseclas que participaram da frustrada tentativa de golpe
de Estado na nossa frágil democracia. No aspecto de lei e de justiça, o Brasil
deu “um show” nos Estados Unidos, que se arvoram de ser um dos
berços da democracia mundial. Ensinamos aos malditos “yankees” como
funciona uma democracia.
Nos Estados
Unidos Donald Trump nem processado foi imagine-se preso, julgado e preso como
aconteceu com o seu preposto tupiniquim Jair Messias Bolsonaro. Por isso,
conseguiu se candidatar e consequentemente vencer as eleições de 2024 e hoje, para
infelicidade e muita apreensão de boa parte dos EUA e também do mundo inteiro,
é o presidente daquele país. O segundo mandato Trump iniciou taxando
unilateralmente todos os países do mundo com os quais tem relações diplomáticas
e comerciais. Tentou, sem nenhuma autoridade para isso, interferir na soberania
do Brasil, mas foi contido pela firmeza das nossas instituições. Além do mais,
“quebrou a cara” quando a inflação nos EUA começou a disparar. O
“Laranjão” bombardeou e invadiu a Venezuela para prender o ditador
Nicolás Maduro. E os Estados Unidos já se apossaram de todo o petróleo dali.
O próprio Donald Trump já se considera como o presidente interino do país sul-americano. Antes que seja tarde demais, o atual presidente norte-americano tem que ser imediatamente processado, julgado e enjaulado. Ele, se continuar assim, pode levar o mundo a uma terceira guerra. Como Adolf Hitler, que tinha a Gestapo, ele também tem a sua polícia política, a ICE. O ditador alemão odiava os judeus, Trump odeia os latinos. Além da Venezuela, os norte-americanos também pensam em anexar o Canadá e invadir o México. Isso sem falar na Groenlândia que pode ser tomada pelo gigante norte-americano. O Irã pode ser atacado a qualquer momento. Engraçado é que em Gaza os EUA ajudaram Israel a perpetuar um Holocausto ali, enquanto quer atacar os iranianos por que os persas estariam atacando o seu povo. Por que o “Laranjão” não sequestra o ditador da Coreia do Norte? Por que não ataca China ou Rússia? Prendam esse fascista!
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