Sábado, 23 de agosto de 2008 - 22h40
O Brasil já foi o país do futuro. O futuro, porém, está sempre colado à infância e à juventude. Não é mais o nosso caso. No presente o Brasil e o planeta estão cada vez mais velhos. Se estima que, em 2050, serão mais de 2 bilhões de idosos. No Brasil já existem 14,5 milhões (cerca de 9% da população) e se calcula que, em 2020, chegaremos a ter 13%, algo como 30 milhões de idosos. É um futuro difícil. É caro e complicado fazer com que os idosos permaneçam saudáveis e úteis e no nosso país não se respeita idade nem experiência nem serviços prestados no passado. Está aí a cobrança absurda de impostos sobre os aposentados. Está aí o esbulho público da Previdência que retira renda sistemática e cruelmente dos que tem aposentadorias jogando-os para um futuro cada vez mais difícil. Embora existam muitos idosos que acabam sustentando a família (até mesmo com os magros proventos do trabalho ou da aposentadoria) a triste verdade é que não se cuida do idoso no nosso país. É como bagaço de cana que depois de chupado somente serve para ser jogado fora ou queimado. Escrevo isto triste depois de ouvir um idoso se queixando do quanto trabalhou e do quanto o país foi injusto com ele. Que me confessou: foi adepto fervoroso de Lulla da Silva e, hoje, se sente enganado. Um dia, por mais que custe, as pessoas acordam, mas, o problema é que somos transitórios e o futuro pode estar no passado.
Fonte: Jornal Diz Persivo
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