Segunda-feira, 5 de janeiro de 2026 - 14h37

Viva a
democracia! A população sofrida, humilhada e explorada da Venezuela pode
respirar aliviada. Os mais de 8 mil venezuelanos que abandonaram seus lares,
familiares, amigos, fugindo da fome, da miséria e da insegurança produzidos
pelo regime sanguinário de um psicopata, agora podem voltar à sua terra natal.
Mais um ditador deixa o poder para entrar no cárcere.
Nicolás
Maduro foi capturado pelo exército americano na madrugada de sábado, 3, durante
uma operação militar extraordinária, sem causar efeitos colaterais, e levado
aos Estados Unidos, onde será julgado, não por juízes indicados e controlados
por ele, mas por uma corte independente, que certamente o condenará a passar o
resto de sua vida miserável na prisão. Isso mostra que não há mal que dure para
sempre.
Quem
achava que o presidente Donald Trump tinha amarelado, enganou-se redondamente. Mas
não pense que Trump destronou Maduro só porque ele estava mandando drogas para
envenenar americanos, ou, então, porque estava preocupado com o sofrimento da
população. Não! Por atrás da invasão americana esconde algo precioso aos olhos
do mundo: petróleo. Segundo especialistas, o solo venezuelano abriga a maior
reserva de petróleo do mundo. E é exatamente isso que interessa ao governo
americano, porém, como ensina o ditado popular, uma mão lava a outra, ou seja,
Trump livrou o povo da Venezuela da presença nefasta de Maduro em troca das
riquezas do país. Nesse caso, ambos saíram ganhando.
Daqui a
pouco, idiotas úteis ocuparão as mídias sociais para condenar a ação militar
dos Estados Unidos e, de quebra, acariciar o ex-ditador. São as mesmas
figurinhas carimbadas que exaltam a democracia, mas abraçam velhos e conhecidos
tiranos. O dia 3 de janeiro de 2026
ficará marcado no calendário mundial como a data em que mais déspota foi apeado
do poder pela força da democracia. E dê-se por satisfeito ter saído do episódio
vivo, porque outros da mesma laia tiveram o destino da cova. De maduro ao
apodrecimento no cárcere.
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