Domingo, 16 de fevereiro de 2025 - 13h22

A violência em Porto
Velho, mais do que preocupante, é assustadora, especialmente pelos níveis de
sofisticação que vem alcançando nos últimos tempos. Seria até desnecessário
dizer, mas a situação chegou às raias do intolerável, apesar dos esforços de
uma ou outra autoridade. Veem-se, de fato, mais carros policiais trafegando em
quase todos os bairros da cidade, sem que até agora tal procedimento se tenha
traduzido na oferta de mais paz e tranquilidade aos moradores da capital.
A sociedade, diante de
tanta selvageria, clama por uma ação verdadeiramente decisiva contra o crime,
seja quando se manifesta de forma incidental, seja quando se expressa em sua
forma organizada. Compreende-se que o problema não pode ser resolvido com ações
isoladas e, infelizmente, no curto prazo, como exigem os cidadãos, mas é
possível, no mínimo, criar condições no seio da sociedade por meio da garantia
de que haverá prevenção e pressão eficientes.
A partir de então, e o
mais importante, é necessário trabalhar em cima de projetos amplos que possuem
íntima relação com o aperfeiçoamento da cidadania. Não existe nenhuma dúvida de
que o crime escolheu Porto Velho como morada. E é preciso que as autoridades
redobrem os esforços no sentido de colocá-lo no seu devido lugar o quanto
antes, enquadrando com rigor os que insistem em desrespeitar a lei e a ordem,
julgando-se acima de tudo e todos, como se vivêssemos nos tempos do faroeste.
Afinal de contar, foi
para manter-se seguro e para proporcionar o bem coletivo que o homem criou o
Estado, e não, evidentemente, para tornar-se refém daqueles que se utilizam da
violência para atingir os seus objetivos. O Estado de Rondônia está precisando
de um choque de segurança. O andar nas ruas de Porto Velho sem o medo de ser a
próxima vítima da violência é o que há, hoje, de mais importante.
Sábado, 10 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
O voto da diáspora - direito ou privilégio?
Do “Portugal ingrato” ao debate sobre quem merece representaçãoO debate sobre o direito de voto dos emigrantes portugueses regressa ciclicamente a

A política não é ambiente para fanfarrões
A hipocrisia está presente em quase todas as relações humanas, porém, é na política, que ela se mostra com maior desembaraço, principalmente no perí

Medalhas que inspiram o futuro da ciência
Quando a teoria ganha o céu de maneira prática, o interesse genuíno dos estudantes aumenta. Áreas que antes não atraíam jovens passam a ganhar espaço.

Maduro e o cofre de ouro na Suíça
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, enviou à Suíça R$ 5,2 bilhões em ouro entre 2013 e 2016, dinheiro esse que agora está congelado pelo governo
Sábado, 10 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)