Quarta-feira, 31 de julho de 2024 - 14h00
Quem milita na política sabe o quanto é importante falar. O problema é
que muitos políticos preferem simular mais e falar menos. Por causa disso,
muitos eleitores acabam sendo levados no bico, embriagados por promessas vazias
que jamais serão colocadas em prática.
A cidade de Porto Velho está cheia de políticos que se elegem e reelegem na
base de promessas vazias, enganando incautos eleitores, maquiando os fatos e
aquilo que poderiam fazer de socialmente produtivo em proveito da população,
mas não o fazem, porque geralmente estão presos a acordos pré-eleitorais, ou,
simplesmente, porque não querem fazer o que precisa ser feito. São ases na arte
de mentir. Mentem, descaradamente, sem o menor pejo.
A população de Porto Velho está a dois meses de viver um momento
historicamente especial: o dia da eleição para a escolha de prefeito e
vereadores. Realizar eleições e cultuar o ato do voto direto são mecanismos
essenciais da democracia. Por isso, o eleitor não deve votar apenas como
militante de um partido, amigo ou simpatizante desse ou daquele candidato, mas
sim de uma causa, ou seja, o bem-estar de todos.
As eleições de outubro precisam marcar o início de uma nova página na
história de Porto Velho. Quando um candidato a prefeito ou vereador bater à
porta da sua casa pedindo seu voto, pergunta, por exemplo, o que ele vai fazer,
se eleitor for, para melhor o atendimento médico hospitalar nas unidades de
saúde, como também levar água potável e saneamento básico para a sua rua.
Talvez você não saiba, mas Porto Velho é considerada a pior cidade no ranking
do saneamento básico. Menos da metade da população tem acesso à água potável,
enquanto só dez por cento de seus moradores dispõem de esgotamento sanitário,
em cuja modalidade ocupamos o último lugar. É o que garante estudo realizado
pelo Instituto Trata Brasil, que avalia os indicadores das cem cidades mais
populosas do país.
O momento não é de apontar o dedo, mas de apertar o dedo na busca de
soluções para os problemas crônicos que afligem a maioria da população e,
diga-se de passagem, não é hoje, repudiando, com veemência, aqueles que se
elegem e reelegem na base de promessas e discursos vazios. Chega dessa gente!
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