Domingo, 20 de fevereiro de 2022 - 08h05

O noticiário dos veículos de
comunicação local se vem recheado, nos últimos dias, de informações e denúncias
sobre o mau uso dos recursos públicos. Parece que alguns administradores da
coisa pública não aprenderam nada com a Operação Lava-Jato. Prova disso é que
insistem no cometimento de velhas e surradas ilicitudes, achando que ninguém
está vendo.
Várias são as maneiras usadas
para dar destinação ilegítima e ilegal às verbas públicas, desde o
financiamento de atos que nada têm que ver com a administração do bem coletivo,
até a rotineira dispensa de procedimentos legais em demandas oficiais.
No seio da população vai-se
disseminando a ideia de que nada acontece aos que metem as mãos sujas no
patrimônio público, aumentando, assim, o descrédito que cerca as atividades dos
poderes executivo e legislativo junto à opinião pública. Não sem motivo pode-se
observar com clareza em muitos segmentos sociais o sentimento de desesperança.
Recente decisão do Tribunal de
Justiça de Rondônia, porém, oferece um bom sinal de que as coisas podem e
precisam mudar. A cassação do mandato de um prefeito e de sua vice por uso de
dinheiro público para promoção política mostra que os tempos são outros. Há
quem entenda que a Justiça deveria ter indo mais além, obrigando, inclusive, a
devolução da importância eventualmente desviada. Os mais radicais, porém,
defendem, além da perda do mandato e do ressarcimento ao erário, a prisão dos
acusados.
Precisamos de um ordenamento
constitucional que seja não somente cumprido como também rigoroso. Não podemos
mais continuar a pactuar com a má-fé, os desmandos, a corrupção, as acomodações
interesseiras e o desleixo dos que têm a obrigação de zelar pela coisa pública.
A administração pública precisa buscar, sempre, à satisfação do interesse
público. Quando o gestor excede os limites de suas atribuições ou desvia-se de
suas finalidades, constitui abuso de poder. E aí a Justiça entra em cena para
colocar as coisas nos seus devidos lugares.
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