Segunda-feira, 9 de dezembro de 2024 - 11h26

Chegamos no último
mês do ano. Nessa época, é comum sentir uma mistura de cansaço, ansiedade e uma
sensação de que nada foi feito ao longo do ano ou que muitas metas não foram
atingidas. Nesse período, percebo com frequência pessoas com sentimento de tristeza,
melancolia e frustração, levando até a casos de depressão e ansiedade. Esse
fenômeno é conhecido como Síndrome do Final de Ano ou "Dezembrite".
Enquanto para
algumas pessoas o fim de ano é uma época feliz e com muitas confraternizações e
presentes, para outros é visto com desânimo. Nesse momento do ano, muitos
percebem que muitas metas não foram cumpridas e se sentem com o emocional
confuso por este motivo. Esse sentimento pode ser algo passageiro, mas é
preciso estar atento ao quanto pode estar prejudicando o indivíduo no seu dia a
dia e na execução de tarefas.
Caso esse
sentimento perdure, é necessário o acompanhamento com um profissional de saúde
mental para que possa orientá-lo e diagnosticá-lo para que seja tratado de
maneira correta, evitando assim que o sentimento vire um transtorno.
Esta síndrome
relacionada ao calendário do ano e que envolve as emoções, é o momento em que o
peso de todas as metas não cumpridas aparece, o estresse aumenta com os
compromissos de fim de ano. Além disso, o emocional fica “bagunçado”. Apesar de
considerada como algo passageiro, se não diagnosticada e tratada corretamente,
pode evoluir e se tornar um transtorno.
Alguns sintomas
comuns da síndrome do final do ano são irritabilidade sem motivo aparente;
sensação de culpa ou frustração; fadiga emocional e física; ansiedade para
"dar conta" de tudo antes do ano acabar; insônia ou sono agitado,
entre outros.
Caso esteja se
sentindo assim, é hora de olhar para si e buscar ajuda. Olhe para dentro e
cuide da sua saúde mental. Lembre-se que você não precisa enfrentar isso
sozinho. A terapia é um espaço seguro para reorganizar os pensamentos, aliviar
a pressão e entrar no novo ano mais leve.
(*) Alessandra
Augusto é Psicóloga, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Cognitiva
Comportamental e em Neuropsicopedagogia, Mestranda em Psicologia Forense e
Criminal. É a autora do capítulo “Como um familiar ou amigo pode ajudar?” do
livro “É possível sonhar. O Câncer não é maior que você”.
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