Quarta-feira, 19 de agosto de 2020 - 15h02

Comecemos
por Frederico de Freitas, cofundador da célebre Companhia Portuguesa de
Bailado: “ Verde Gaio”.
Residia,
eu, nos anos sessenta, na bonita cidade de Bragança, quando tive o privilégio
de assistir a excelente exibição da famosa Companhia. Foi uma noite
inesquecível! …
Agora,
uma curiosidade: Por certo o leitor não sabe, que o nosso Maestro, compôs “O
Timpanas”, num simples bilhete de elétrico! …; que foi utilizado no popular
filme: “As Lavadeiras de Caneças”.
E
também desconhece – penso eu, – que apesar de ser dos maiores maestros
portugueses, ao aposentar-se, em 1975, recebeu modestíssima reforma; e ao
falecer, a viúva não teve direito a qualquer pensão! … - E já vivíamos em
democracia! …
Portugal,
sempre foi avaro para os seus artistas. Aliás, para quase todos os cidadãos…
Falemos,
agora, de António de Melo (António Luís de Melo,) casado com D. Marta de Melo.
Os
leitores, da minha idade, conheceram, por certo, a rubrica da RTP: “O Museu do
Cinema”, apresentado pelo cineasta António Lopes Ribeiro (excelente
comunicador, e notável intelectual,) acompanhado, ao piano, pelo Maestro
António de Melo; mas, desconhecem, certamente, a razão, porque este – que se
mantinha sempre calado, – despedia-se com audível: “boa noute”, ajeitando,
cuidadosamente, o nó da gravata.
O
gesto, era sinal, pré-combinado, para comunicar, à mulher, que estava a pensar
nela…
São
pormenores, que parecem não ter interesse – e realmente não tem, – mas são
curiosidades, desconhecidas do grande público; curiosidades interesses, que
merecem ser recordadas, e registadas.
Por hoje é tudo.
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