Quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024 - 08h24

Disse,
com razão, em 1871, Ramalho Ortigão, in: " As Farpas", que:
“Metade daquilo que valemos moralmente e intelectualmente, devemos aos
contactos às sugestões dos indivíduos que nos tem rodeado através da
existência. É esta uma divida que poucos se lembram de pagar, reconhecendo com
veneração os benefícios da amizade."
Na
verdade, poucos reconhecem que o desenvolvimento intelectual, as opiniões, o
carácter é, quase sempre, motivado pelo convívio que se teve desde criança.
Primeiro
com os pais e avós. Depois, parentes e amigos, que frequentaram e frequentam a
nossa casa.
Aprende-se
pelo estudo: lendo e ouvindo e, por osmose:
Diria
até que é a osmose que molda o homem. O filho do político, naturalmente tornasse
semelhante ao pai, pelo convivo, e o
mesmo acontece ao filho do médico ou do advogado. Chama-se vocação, o que é,
muitas vezes, efeito do convívio.
Pais
tementes a Deus, que rezam em família e frequentam o templo, têm mais
possibilidade de terem filhos que sigam a vida religiosa, do que os
indiferentes ou agnósticos.
Embora
o convívio seja essencial para o desenvolvimento do ser humano, deve-se
reconhecer a importância da hereditariedade. Exemplo disso é a notável família
Strauss, assim como a de Bach, Beethoven, Mozart, Murilo, Darwin, a família de Francisco
Bacon e a de Galileu, entre outras.
O
pai da Eugenia – Galton, afirmou que a inteligência da criança não depende só
dos progenitores, pois pode vir dos avós e bisavós ou de antepassados mais
remotos.
Pode-se
conseguir superdotados, da mesma forma como se faz com animais e plantas.
Está
confirmado, que crianças de famílias cujos pais são intelectualmente
desenvolvidos, têm mais probabilidade de terem melhor sucesso nos estudos.
Será
devido à hereditariedade ou ao convívio? Há muita controversa sobre o assunto;
mas o convívio influencia muito; disso não tenho dúvidas.
Sexta-feira, 27 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Uma história de amor - O menino e o cão
Eu tinha doze a treze anos. Não mais; - quando minha mãe, declarou, em derradeiro dia de julho, com largo e bom sorriso, bailando nos finos lábios e

Passei a véspera de Natal em companhia de minha mulher, na residência de casal amigo, que gentilmente nos convidaram.A consoada foi simples: o tradic

A Nova Ordem Petrolífera: Como a queda de Maduro e o colapso do Irã redefinem a hegemonia dos EUA
Em uma reviravolta que remodela o tabuleiro geopolítico global, os Estados Unidos emergem de um primeiro trimestre de 2026 não apenas como potência

Onde moram as borboletas brancas?
Há casas que nos esperam em silêncio. Não como construções de tijolo, mas como espaços de reencontro. Mudei-me para uma residência que já era minha
Sexta-feira, 27 de março de 2026 | Porto Velho (RO)