Terça-feira, 13 de abril de 2021 - 13h53

Ainda está na memória de muitos rondonienses a cena, filmada
pela competente Policia Federal, em que um deputado aparece recebendo o que
seria dinheiro de propina. E o que aconteceu até hoje? Exatamente nada. Seis
meses se passaram e o poder ao qual pertence o cidadão ainda não deu uma
resposta à sociedade. Pelo andar da carruagem, tudo indica que tem gente
querendo empurrar o caso com a barriga, até cair na vala comum do esquecimento,
achando que todo mundo é idiota.
Perdendo de vista as constantes e extraordinárias
mobilizações da população que, a cada dia, luta pela moralização e modernização
dos costumes políticos brasileiros, muitos representantes do povo reiteram
práticas que em nada concorrem para tornar mais estável e duradoura a
democracia. Envolvendo-se em falcatruas e marmeladas as mais diversificadas, ou
dando seu aval (quando não a cumplicidade mesmo) a ações contrárias aos bons
costumes e aos interesses coletivos, políticos das mais diferentes colorações
partidárias acabam perdendo a oportunidade de fazer dos poderes que representam
pilares mais importantes do regime democrático.
Apesar disso, ainda tem gente que defende o retorno dos
saqueadores do erário ao poder central. Preferem entregar o país de pés e mãos
atados a uma quadrilha de salteadores, em troca de gasolina mais barata.
Apostam na degradação do poder politico e administrativo, quando deveriam
condenar esse tipo de conduta de maneira vigorosa. A postura do parlamentar
apenas revela o enorme distanciamento entre o discurso moralizador e a
realidade. Uma decepção, principalmente para aqueles que depositaram nele suas
esperanças de melhores dias. Aos eleitores, porém, cabem ficar atentos ao que é
dito pelos candidatos durante as campanhas eleitorais, pois muitos prometem o
céu e a terra. Depois, viram-lhes as costas, passando a cuidar de seus
mesquinhos privilégios. Lembrando que, no próximo ano, haverá eleições.
Quinta-feira, 4 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
A cantilena demagógica da transposição
Não sei você, mas eu não suporto mais ouvir essa conversa mole de transposição de servidores do ex-Território de Rondônia para os quadros da União.

A UE à margem da “paz” que financiou!
Bruxelas reclama lugar nas negociações, mas Moscovo recusa-a como mediadora e Washington já não a consultaA nação que teme os seus inimigos busca am

Fariseus, saduceus e os políticos camaleônicos
Provavelmente, você já deve ter lido ou ouvido a expressão “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”. O provérbio sugere a possibilidade de pessoas dia

O desarmamento da inteligência artificial
Um Chamamento de orientação para a HumanidadeDesarmar a inteligência artificial é mais urgente do que desarmar um míssil: o míssil mata o corpo; o alg
Quinta-feira, 4 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)