Segunda-feira, 15 de setembro de 2025 - 14h16

Tenho sustentado neste espaço,
até com certa insistência, a importância da ética na política, principalmente
quando começam a surgir nomes nos mais diferentes segmentos políticos a
sucessão do governador Marcos Rocha, diante dos quais o eleitor terá de optar,
não apenas pensando em termos imediatos de uma melhoria geral da situação em
nosso Estado, também ele vitimado pela crise que assola o país, mas também
direcionando as suas preocupações para relevância e a liturgia do cargo. Aliás,
discutir a ética nunca é demais. No campo das políticas públicas, então, nem se
fala.
Houvesse esse cuidado da parte
daqueles a quem o povo confia o voto, muito provavelmente não seriamos
surpreendidos frequentemente com tantos escândalos nos mais diferentes níveis
de poder. Ou, o que é pior, mesmo tendo conhecimento deles, não veríamos tanta
sujeira sendo empurrada para debaixo do tapete, como se fez com maior
descaramento em outros tempos não tão remotos.
O Brasil precisa ser passado a
limpo nesse aspecto. E o eleitor rondoniense não pode deixar passar em brancas
nuvens a oportunidade ímpar de separar o joio do trigo. Nesse sentido,
precisamos acompanhar a movimentação dos candidatos, as coligações e os programas
partidários, sem, contudo, deixar-nos seduzir pelo canto de sereia, pelos
discursos inflamados, pelas trocas de farpas e pela distribuição de coices. Não
se pode negar, todavia, que o bate-boca faz parte do debate entre os
postulantes a um cargo político, porém, mais importante que isso é o conjunto
de propostas de cada um deles para governar o Brasil e, principalmente, o
Estado de Rondônia.
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