Sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 - 11h39
"A reunião não é para dizer se ela funciona ou não funciona. É para garantir o investimento público", disse Morales, antes da abertura da reunião em um hotel fora da cidade de La Paz.
Vários sindicatos e organizações sociais pediram Morales para mudar alguns dos seus ministros, principalmente aqueles de Economia e Finanças Luis Arce, e de Hidrocarbonetos, Fernando Vincenti, mas o presidente tem repetidamente rejeitado os pedidos.
Os grupos alegaram que essas autoridades são responsáveis pelos últimos conflitos sociais vivido no país na semana passada e por um forte aumento nos preços dos combustíveis, mas que foi revogada uma semana depois, por pressão social.
Um dos líderes sociais, o líder aymara Rafael Quispe, líder do Conselho Nacional de Qollasuyu Ayllus e Markas (CONAMAQ), disse que, após a chamada "gasolinazo, Morales teve de mudar a maioria dos ministros para evitar ser condenado a "afundar como o Titanic."
Morales assumiu essa responsabilidade pessoal na semana da decisão do aumento do custo do combustível que ele justifica como necessária para a economia do país, mas também senti que era a hora certa de aplicar.
Fonte: Tempo
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