Porto Velho (RO) quinta-feira, 20 de setembro de 2018
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Meio Ambiente

Entrevista via twitcam com João Pedro Stedile nesta 2ªfeira


O integrante da Coordenação Nacional do MST, João Pedro Stedile, concede uma entrevista na segunda-feira (19/12), às 20h30, a um grupo de blogueiros progressistas, que será transmitida pela internet.Entrevista via twitcam com João Pedro Stedile nesta 2ªfeira - Gente de Opinião

Participam os jornalistas Rodrigo Vianna (Escrevinhador), Luiz Carlos Azenha e Conceição Lemes (ambos do Vi o Mundo), Renato Rovai (Blog do Rovai), Paulo Salvador (Revista do Brasil) e a blogueira Conceição Oliveira (Blog da Maria Frô).

Stedile fará um balanço das lutas do MST e da classe trabalhadora em 2011, da lentidão da Reforma Agrária, dos impactos da expansão do agronegócio (com os recordes de uso de agrotóxicos ([Audio AQUI) e as mudanças do Código Florestal) e do primeiro ano de governo da presidenta Dilma Rousseff.

A entrevista, que acontecerá na sede do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, será transmitada por esses blogs e pela Página do MST.

Acompanhe também os comentários pelo twitter dos participantes e mande suas perguntas.
 

Agrotóxicos

Ouça palestra proferida por João Pedro Stedile durante o evento realizado no Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP), na segunda-feira (12/12).

Clique AQUI e ouça entrevista de Stédile ao site Vi o Mundo

A atividade contou com a participação do diretor da ENSP, Antonio Ivo de Carvalho, do presidente da Associação dos Servidores da Fundação Oswaldo Cruz (Asfoc), Paulo Cesar de Castro.

"A difusão do uso de agrotóxicos no Brasil não tem a ver com necessidade agronômica. Está totalmente relacionada à etapa atual do capitalismo, à qual a nossa sociedade está subordinada", enfatizou.

O coordenador do MST ressaltou que nos últimos dez anos o uso de venenos no Brasil cresceu muito e há três anos ficou ainda pior. Atualmente, o país é apontado como o maior consumidor de agrotóxicos do mundo.

Diante desta situação, diversas entidades da sociedade civil brasileira, movimentos sociais, entidades ambientalistas, estudante, organizações ligadas à área da saúde e grupos de pesquisadores lançaram a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela vida, com o objetivo de ampliar o debate com a população sobre a falta de fiscalização no uso, consumo e venda de agrotóxicos.

Fonte: MST com informações da página da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca -ENSP)
 

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