Sábado, 14 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Meio Ambiente

Cinco empresas estão habilitadas para a última fase da licitação em Jamari



Cinco empresas estão habilitadas para a fase de análise técnica do processo de licitação para concessão na Flona do Jamari (RO), segundo foi anunciado nesta quarta-feira durante sessão pública de retificação para habilitação das empresas.

Após receber e analisar os novos documentos apresentados pelas seis licitantes que participam do processo, a Comissão Especial de Licitação habilitou as seguintes empresas: Amata, Porto Júnior Construções, Sakura e os consórcios liderados pelas empresas Alex Madeiras e ZN Indústria.

A empresa Civagro não apresentou a documentação completa,por isso foi inabilitada. O resultado será publicado amanhã no Diário Oficial da União.

Próximo passo - A partir de sexta-feira, dia 30, será aberto prazo de cinco dias úteis para recursos. Caso não haja nenhuma contestação, será marcado o dia para a abertura das propostas técnicas. Segundo o presidente da Comissão Especial de Licitação, Marcos Bliacheris, a a sessão para abertura das propostas técnicas deverá ocorrer na primeira quinzena de junho.

Para avaliação dessas propostas, além do preço, serão avaliados também critérios técnicos, divididos em quatro temas: maior benefício social, menor impacto ambiental, maior eficiência e maior agregação de valor local, conforme a Lei de Gestão de Florestas Públicas. Esses critérios servirão para eliminar, classificar, bonificar as propostas e apontar os vencedores.

Histórico - O processo em questão trata da licitação para manejo sustentável de três áreas dentro da Floresta Nacional do Jamari em Rondônia. Essas áreas foram definidas como próprias para a exploração sustentável de recursos florestais (madeira, óleos, resinas, etc.) pelo Plano Diretor da unidade aprovado em 2005, pelo Ibama.

E a licitação, por sua fez, foi possível graças à aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas (11.284/06) que definiu, entre outras regras, que áreas florestais pertencentes à União, estados e municípios não poderiam mais ser privatizadas. Mas que a gestão deveria ser das seguintes formas: criação de unidades de conservação, destinação para uso comunitário ou por meio de concessões de uso sustentável por até 40 anos, ficando o concessionário responsável pela integridade da área.

Fonte: Serviço Florestal Brasileiro

Gente de OpiniãoSábado, 14 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Justiça obriga Funai e Santo Antônio Energia a compensar danos ambientais a povos indígenas em Rondônia

Justiça obriga Funai e Santo Antônio Energia a compensar danos ambientais a povos indígenas em Rondônia

O Ministério Público Federal (MPF) obteve sentença da Justiça Federal em Rondônia que condenou a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a

Prefeitura organiza comitê de enfrentamento a crises climáticas em Porto Velho

Prefeitura organiza comitê de enfrentamento a crises climáticas em Porto Velho

A Prefeitura de Porto Velho realizou reunião nesta sexta-feira (6), para dar andamento a criação do Comitê de Crise Hídrica e Monitoramento de Event

Prefeitura de Porto Velho registra avistamento de onça-parda em área urbana e intensifica monitoramento no Parque Circuito

Prefeitura de Porto Velho registra avistamento de onça-parda em área urbana e intensifica monitoramento no Parque Circuito

A Prefeitura de Porto Velho informa o registro de avistamento de uma onça-parda (Puma concolor), também conhecida como suçuarana, nas proximidades do

Estudante da UFSCar descobre nova espécie de ave na Amazônia

Estudante da UFSCar descobre nova espécie de ave na Amazônia

Um canto incomum ouvido na Serra do Divisor, no estado do Acre, na fronteira com o Peru, levou o biólogo e ilustrador Fernando Igor de Godoy, doutor

Gente de Opinião Sábado, 14 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)