Quinta-feira, 26 de novembro de 2009 - 21h23
A poluição do ar, causada em grande parte pelo acúmulo de fumaça de queimadas, associadas aos gases de dióxido de carbono emitidos por carros, provocou chuva ácida na manhã de hoje (26), em Manaus, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Apesar da incidência de chuva ácida ser comum em algumas capitais do País onde há grande concentração de carros, em Manaus e em outros municípios do Estado, segundo o instituto, a situação se agrava com o período prolongado de estiagem.
A gerente de meteorologia do Inmet, Lúcia Gularte, explicou que nos últimos dias houve acúmulo de poluição na atmosfera, principalmente por conta de queimadas. Segundo ela, as partículas de poluição evaporam junto com a água, sobem para a atmosfera e quando se juntam, congelam e se precipitam em chuva ácida.
- O nome assusta, mas a chuva ácida ocorre todos os dias em determinadas regiões do País. Em São Paulo, por exemplo, quase todos os dias há o registro de chuva ácida, mas o nome é pouco usado para não causar impacto maior na população. Manaus passa pelo mesmo processo - disse.
Segundo Lúcia Gularte, além de a chuva ácida destruir a camada de ozônio e aquecer o ar, ela também pode provocar doenças respiratórias e cardíacas.
O Inmet chama atenção para o recolhimento da água da chuva em período de seca, principalmente em municípios do interior do Estado, onde agricultores armazenam a água da chuva e a utilizam até para consumo diário.
- A água da chuva não é potável. É necessário todo um tratamento para retirar as impurezas. Quando a água evapora para a atmosfera, a sujeira e poluição vão junto e a chuva que cai é suja e não aconselhável para o consumo, ao contrário do que muitas pessoas pensam – explicou Lúcia Gularte.
(Fonte: De olho no tempo, com informações Portal Amazônia)
Segunda-feira, 5 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
A Ecoporé, instituição com 37 anos de história em Rondônia, e o Bloco Pirarucu do Madeira uniram forças em uma ação que redefine a relação entre as

Pesquisadores de Porto Velho-RO apresentam solução inovadora para reaproveitar água de ar-condicionado em prédios públicos, promovendo sustentabilid

Com o objetivo de fortalecer a preservação das espécies nativas da região amazônica e garantir a biodiversidade, 228 mil filhotes de tartarugas-da A

Soltura de Quelônios no vale do Guaporé
Há cerca de 39 anos atrás um Quilombola, nascido no Vale do Guaporé, preocupado com o possível extermínio dos Quelônios (Tracajás, Tartarugas e outr
Segunda-feira, 5 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)