Sexta-feira, 20 de julho de 2012 - 11h22
Os trabalhadores do Setor Elétrico de Rondônia chegam ao quinto dia de paralisação com muita determinação, lutando por seus direitos e aguardando uma proposta digna das empresas. A categoria não tem o intuito de prejudicar a empresa nem a população apenas busca atenção dos dirigentes para suas reivindicações.
Na quinta-feira 19, alguns integrantes do CNE, Franklin Moreira (presidente da FNU), Edvaldo Gomes (SINDURBPE/ FNU), Fabíola Antezana (STIU-DF/FNU), Wellington (STIU-MA) e Gunter de Moura (SENGE-RJ) participaram de reunião com José Lopez Feijoó, assessor da Secretaria Geral da Presidência, para discutir a forte greve dos (as) trabalhadores (as) do Sistema Eletrobrás e a possibilidade da reabertura das negociações em novas bases.
No Encontro com Feijoó foi feito um histórico de todo o processo de negociação que se arrasta há dois meses e meio, como também sobre a forma diferenciada com que os eletricitários estão sendo tratados em comparação as outras categorias. Foi colocada a surpresa com a proposta apresentada pela Petrobras, em um momento em que o Ministério de Minas e Energia se nega a discutir o acordo da classe.
Os negociadores do CNE alertaram também que a indefinição institucional sobre a renovação das concessões, cujos contratos expiram em 2015, e que até o momento não possui regras claras, tem gerado incertezas na categoria, primeiro do ponto de vista salarial e segundo sobre a manutenção dos postos de trabalho, especialmente nos (as) trabalhadores (as) Chesf.
Durante a reunião também foi debatido a possibilidade de o governo impor uma renovação onerosa às empresas, gerando com isso a queda de receita, o que pode prejudicar não apenas os trabalhadores e trabalhadoras do setor, mas também os investimentos necessários para que o sistema elétrico estatal possa continuar em expansão.
Feijoó disse que o governo está com disposição para encontrar uma saída viável para o fim da greve no setor elétrico e assumiu o compromisso de levar as reivindicações da categoria ao ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que deverá assumir o papel de interlocução com o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e o presidente da Eletrobrás, José da Costa Neto.
A paralisação continua até a apresentação de novas propostas do Governo para atender as reivindicações da categoria.
Fonte: Taciana Guzman
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