Domingo, 17 de junho de 2012 - 15h22
Rio+20
Vitor Abdala
Agência Brasil
Rio de Janeiro – Conhecido internacionalmente como um dos mais bonitos destinos de ecoturismo do Brasil, o Arquipélago de Fernando de Noronha, localizado no meio do Oceano Atlântico, pode passar a ser abastecido somente com energias renováveis no prazo de até cinco anos. Essa é a meta do governo de Pernambuco, segundo o secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Sérgio Xavier, que participa da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).
Segundo Xavier, atualmente quase toda a energia elétrica usada em Fernando de Noronha é fornecida pela Usina Termelétrica Tubarão, abastecida por combustíveis fósseis. Mas, desde o ano passado, o governo pernambucano tem buscado parcerias com empresas da área de energia, como a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), dona da única usina da ilha, e a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), para criar um parque eólico e instalar placas de geração de energia solar onde for possível.
A Celpe, por exemplo, já anunciou no final de 2011 que instalaria painéis solares em pousadas de Fernando de Noronha. Apenas com essa ação, a estimativa é reduzir em 15% a demanda por energia da usina termelétrica. Para complementar o sistema, também existe a possibilidade de gerar energia a partir das ondas e marés e do lixo produzido na ilha.
“Esperamos implementar essas mudanças no menor espaço de tempo possível para tornar Noronha um modelo para todo o Brasil”, disse Xavier.
A ideia é também estimular o uso de carros movidos a combustíveis renováveis na ilha. Segundo Xavier, existem propostas de montadoras (para se estabelecerem em Pernambuco) que já mostraram interesse em fabricar veículos movidos à energia elétrica e que poderão ser usados pelos moradores de Fernando de Noronha.
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