Quinta-feira, 5 de julho de 2012 - 08h02
.jpg)
Os representantes do órgão, que audita o sistema elétrico brasileiro, quiseram conhecer a tecnologia aplicada no empreendimento, que vai possibilitar a geração de 3.750 MW de energia para ajudar a atender à demanda nacional
Um grupo de 11 profissionais da Controladoria Geral da União (CGU) – entre eles diretores, auditores e técnicos do órgão em Brasília e em Rondônia – visitou a Usina Hidrelétrica Jirau nesta terça-feira, 3. Eles foram atendidos pelo diretor Institucional da Energia Sustentável do Brasil (ESBR - responsável pela construção e operação de Jirau), José Lucio de Arruda Gomes, que apresentou as principais características do empreendimento, no escritório da empresa, em Porto Velho.
Segundo o diretor da ESBR, a apresentação foi uma síntese do projeto de engenharia e das ações mais relevantes dos programas sociais e ambientais que são desenvolvidos pela empresa paralelamente à construção. “Nós temos muita coisa para mostrar, principalmente a obra adiantada do jeito que está, com 80% da parte civil realizada, além de todas as compensações sociais; o projeto de infraestrutura de Nova Mutum Paraná, com tudo funcionando; ou seja, hoje, Nova Mutum e a obra em si são motivos de orgulho, não só para a ESBR, mas também para Rondônia e para Porto Velho”, assinala José Lucio.
Após o encontro, o grupo da CGU foi conhecer pessoalmente Nova Mutum Paraná e as principais frentes de serviço da construção da hidrelétrica, entre elas o Vertedouro, as duas Casas de Força, assim como a infraestrutura de alojamentos, refeitórios e lazer, o viveiro de mudas nativas, o projeto Biofábrica Jirau e o Centro Integrado de Educação Ambiental – CIEA.
“Foi uma programação e tanto. E olha que só vimos uma parte. Quem está de fora não imagina que tenham tantos projetos assim. É tudo muito impressionante, uma logística gigantesca, tudo pensado nos mínimos detalhes e contemplando os diversos aspectos, o econômico, o social, o ambiental”, resume o diretor de auditoria da área de infraestrutura da CGU em Brasília, Wagner Rosa da Silva, ao externar suas impressões sobre o empreendimento após a visita.
Quanto ao motivo da vista, o diretor da CGU revela que apesar do órgão não auditar especificamente a UHE Jirau, mas sim todo o sistema elétrico que está sob a responsabilidade do Governo Federal, é preciso conhecer as características do empreendimento. “É importante nos aproximarmos do canteiro de obras, vermos como as coisas estão acontecendo e, principalmente, a logística que é utilizada, porque uma obra desse tamanho tem uma complexidade por trás, que só vindo ao canteiro se percebe. Não é um trabalho de auditoria. Nesse caso é um trabalho de conhecimento, de buscar entender como funciona uma obra desse porte, a logística que se envolve pra cumprir cronograma, para administrar essa quantidade de pessoas e, ao final, trazer o desenvolvimento para o País”, enfatiza.
A representante da chefia da CGU Rondônia, Sônia Maria Mendes Moraes Silva, disse que é uma das mais importantes obras do Brasil atualmente, pois o País conta com a energia que nela será gerada a partir do início do ano que vem para alcançar os índices previstos de crescimento econômico. “É uma obra grandiosa, que tem uma perspectiva de grandes resultados para o País como um todo, em termos de reposição de energia que o País necessita para continuar crescendo”, conclui Sônia.
Fonte: Comunica
Segunda-feira, 9 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Duas unidades de conservação na Amazônia receberão investimentos da Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da Usina Hidrelétrica (UHE)

Teste de autorrestabelecimento é feito com sucesso na UHE Jirau
As Unidades Geradoras (UG) são desligadas para simular um apagão

SPIC - Chinesa tem pressa para comprar hidrelétrica Santo Antônio
As negociações duram mais de um ano, e agora a SPIC corre para concluir a transação antes da posse de Bolsonaro na Presidência

Mais de 940 mil m³ foram dragados do rio Madeira em 2018
O processo consiste em escavar o material que está obstruindo o canal de navegação e bombear o volume a pelo menos 250 m de distância desse canal.A
Segunda-feira, 9 de março de 2026 | Porto Velho (RO)