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Economia

VII Fórum Nacional do Comércio conecta varejo, inovação e política

Evento da CNDL reúne empresários, autoridades e especialistas para debater novas fronteiras da política e dos negócios


 Comitiva de Rondônia participa do VII Fórum Nacional do Comércio, em Brasília, acompanhando debates sobre inovação, ambiente regulatório e novos rumos do varejo brasileiro.   - Gente de Opinião
Comitiva de Rondônia participa do VII Fórum Nacional do Comércio, em Brasília, acompanhando debates sobre inovação, ambiente regulatório e novos rumos do varejo brasileiro.

O VII Fórum Nacional do Comércio, promovido pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), foi realizado nos dias 21 e 22 de outubro, no Hotel Royal Tulip Alvorada, em Brasília/DF, reunindo centenas de empresários, dirigentes lojistas, parlamentares e autoridades do setor público. Com o tema central “As novas fronteiras da política e dos negócios”, o evento conectou o setor de comércio e serviços aos debates sobre políticas públicas, ambiente regulatório e inovação digital.

Rondônia esteve representada por uma comitiva de empresários, liderada pelo presidente do Sebrae e da FCDL de Rondônia, Darci Cerutti, acompanhado de seu diretor Eder Bastos. O grupo teve acesso aos debates que impactam o comércio de maneira geral, aproveitando a oportunidade para potencializar negócios, conhecer tendências e identificar novas oportunidades para o setor no estado.

Darci Cerutti destacou a importância do Fórum: “O sétimo Fórum Nacional do Comércio foi um momento muito importante de troca de informações. Viemos com nossa comitiva de Rondônia para buscar novas oportunidades de mercado, tecnologias, inovação e aprimoramento nos negócios, além de fortalecer a integração do nosso comércio. O evento foi um sucesso total, prestigiado por todos, com uma bancada de palestrantes que trouxe conhecimentos fundamentais. Esse network é essencial para o Sebrae Rondônia e para a FCDL, e só temos a agradecer a todos que fazem parte desse projeto.”

Com a presença de centenas de empresários, dirigentes lojistas, parlamentares e autoridades do setor público. Durante a abertura, o clima foi de otimismo. O setor reconheceu desafios, como os impactos da transição tributária, mudanças trabalhistas, restrições de crédito e transformações digitais, ao mesmo tempo em que buscou reposicionar-se com protagonismo.

Em sua sétima edição, o Fórum já se consolidou como o principal encontro do comércio e serviços no Brasil, destacando temas estratégicos como reforma tributária, legislação trabalhista, inovação digital — incluindo inteligência artificial — crédito e financiamento, além do papel do setor produtivo nas discussões de política econômica.

Debates e Temas Estratégicos
Nos dois dias de evento, autoridades, especialistas, parlamentares e representantes de grandes empresas, como Google e Amazon Web Services (AWS), participaram de debates sobre temas estratégicos para o futuro do comércio e dos serviços, incluindo reforma tributária, transformações na legislação trabalhista, atuação das frentes parlamentares, inteligência artificial, digitalização, política econômica, responsabilidade fiscal e perspectivas de crescimento, além de crédito e financiamento ao empreendedor.

O Fórum também serviu como espaço estratégico de articulação política, institucional e empresarial, promovendo parcerias, trocas de experiências e construção de alianças. Mais de 700 participantes circularam pelo encontro, incluindo líderes empresariais, dirigentes de entidades, agentes públicos, especialistas das áreas econômica, jurídica e tecnológica, além de imprensa especializada.

O VII Fórum contou com apoio do Sebrae, Caixa, Banco Regional de Brasília (BRB), Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), Contabilizei e SETUR-DF. O evento contou também com transmissão ao vivo pelo YouTube.

Ao encerrar o encontro, a CNDL reforçou sua missão histórica de integrar o setor produtivo às autoridades governamentais, defender a livre iniciativa, reduzir burocracias, aliviar carga tributária e manter o comércio lojista como agente central no desenvolvimento econômico do país.

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