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Reforma Tributária deve alterar dinâmica econômica de Rondônia, e especialistas destacam necessidade de preparação técnica até 2026

A transição para o novo sistema tributário começa em 2026 e seguirá até 2033, exigindo adaptação gradual das empresas; logística, comércio interestadual, agronegócio e serviços estão entre os setores mais impactados no estado.


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A Reforma Tributária, atualmente em fase de regulamentação, deve provocar mudanças significativas na dinâmica econômica de Rondônia, especialmente em setores estratégicos como logística, comércio interestadual, agronegócio e serviços, áreas com forte participação na economia local. A transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo terá início em 2026 e se estenderá até 2033, período em que empresas precisarão operar simultaneamente sob regras antigas e novas.

Entre os principais efeitos esperados estão alterações na formação de preços, mudanças na apropriação de créditos tributários, impactos sobre margens de lucro e a necessidade de revisão de cadastros e classificações fiscais, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Para estados mais distantes dos grandes centros distribuidores, como Rondônia, as questões logísticas e as operações interestaduais tendem a ganhar ainda mais relevância no novo cenário.

Diante desse contexto, a NWADV, um dos escritórios full service com maior presença no Brasil e na América Latina, e que conta com filial em Porto Velho, desenvolveu o ROTA2033, iniciativa voltada ao acompanhamento técnico e jurídico da transição tributária. O programa reúne análises, projeções e orientações práticas para apoiar empresas na compreensão dos impactos das novas regras sobre custos operacionais e planejamento de longo prazo.

“Voltado a empresas médias e grandes dos setores de indústria, serviços, comércio, varejo e agronegócio, o programa permite que, com assessoria técnica especializada, contadores, CFOs e gestores financeiros tenham maior previsibilidade jurídica e econômica para os próximos oito anos”, explica Broder.

Segundo especialistas da NWADV, antecipar a revisão de processos, sistemas e rotinas fiscais pode reduzir riscos de inconsistências e permitir que as empresas ajustem suas estratégias de forma gradual até 2033. O acompanhamento é contínuo e considera todas as etapas da implementação da reforma, incluindo a fase de testes prevista para 2026.

A NWADV reforça que o ROTA2033 acompanha todo o cronograma da transição tributária: desde o início da cobrança teste em 2026, com alíquotas de CBS de 0,9% e IBS de 0,1%, passando pelo período de convivência entre os sistemas, de 2027 a 2032, até a extinção definitiva dos tributos atuais em 2033.

“Com a criação do IVA Dual e um extenso período de transição, a Reforma Tributária impõe às empresas a necessidade de revisar desde já a forma como apuram créditos e débitos, classificam bens e serviços e adequam seus ERPs e processos de faturamento às novas regras. Antecipar essa adaptação é essencial para reduzir riscos de contingências e impactos no fluxo de caixa. Nosso pilar estratégico é identificar pontos críticos e orientar a preparação técnica”, finaliza o sócio-diretor Dr. Matheus Palmeira.

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