Terça-feira, 22 de junho de 2021 - 18h18

Mesmo com o crescimento de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) sendo
melhor do que o esperado, o Brasil enfrentará um cenário desafiador, na
avaliação de Roberto Dumas, professor de economia do Insper. Ele ressalta que a
atual crise hídrica acende um alerta. “Não há risco de faltar energia, porém,
devido ao baixo nível dos reservatórios, a estimativa é que, se em novembro a
capacidade atingir 19%, a probabilidade de encarecer ainda mais a energia é
alta. Se isso acontecer, a bandeira vermelha será permanente”, adverte. Dumas
afirma que, se por conta disso as empresas avaliarem que não vale a pena manter
a produção, teremos um cenário semelhante a 2001, com menos oferta, resultando
em inflação ainda mais alta. “Considerando o IPCA chegando a 7% e a projeção da
Selic em 6% ainda em dezembro, a dinâmica da economia pode ser prejudicada”,
alerta o
professor.
Assista: https://youtu.be/xPKIlBV0A48
Alerta 2 : Inflação persiste, mas economia vai muito bem
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) informou
que o aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, levou
em consideração a “persistência da pressão inflacionária” maior que a esperada,
sobretudo entre os bens industriais. Apesar da persistência, o comitê
identifica tendência de melhora na economia do país. Na última quarta-feira o
Copom elevou a Selic de 3,5% ao ano para 4,25% ao ano. Apesar da
persistência inflacionária apontada, o BC prevê uma “evolução mais positiva do
que o esperado” para a economia brasileira, conforme vem sendo identificado nos
indicadores recentes que mostram revisões relevantes nas projeções de
crescimento. As taxas de inflação previstas ficam em torno de 5,8% para
2021 e 3,5% para 2022, diz a ata. Ministro Paulo Guedes diz que
o Brasil pode crescer em torno de 4,5% a 5%.
Junta Comercial no Simpi
O presidente da Junta Comercial de Rondônia e o vice, José Alberto
Anísio e Roger Francis Cardoso Ribeiro respectivamente, realizou visita
de cordialidade ao FEEMPI/SIMPI, e para o presidente do Simpi em Rondônia,
Leonardo Sobral, para tratar de assuntos diversos, mas com ênfase no
aproveitamento do espaço do novo prédio da Junta Comercial, que com o
avanço da tecnologia vai ter menos serviços de forma presencial. “Como a
FEMPI/Simpi tem programas de atendimento aos micros e pequenos empresários
através de seu programa ‘Atendimento Integrado a Micro e Pequena empresa’ que
recebeu prêmio pelo antigo Ministério da Industria e Comércio, atual Ministério
da Economia, conversamos sobre a possiblidade de realizar vários convênios no
item de atendimento aos pequenos”, diz Leonardo. Na oportunidade, a JUCER
através de seu presidente recebeu do Simpi pedido via oficio solicitando
tratamento diferenciado e favorecido como previsto na Constituição Federal e
Estadual no que tange a tabela de preços praticados pelo órgão, já
que os preços foram majorados em 15%.
Parcelamento de dívidas fiscais para empresas do Simples
Está em debate no Congresso Nacional a aprovação de um novo Refis, que
poderia incluir empresas do Simples Nacional, informa Edmundo Medeiros,
professor da Universidade Mackenzie. Segundo ele, um dos projetos propõe uma renegociação
extraordinária de longo prazo para micro e pequenas empresas, com desconto de
até 60% nos juros e multas. No entanto, enquanto nenhuma proposta for aprovada,
o pagamento dos tributos devidos pelas micro e pequenas empresas, pelo
calendário, será retomado em breve. “Valores vencidos em abril, maio e junho
deste ano deverão ser pagos em até duas parcelas, a partir de julho, sempre no
dia 20 de cada mês. Desde que sejam pagos no vencimento, os débitos prorrogados
não sofrerão acréscimo de multa ou juros. Empresas em situação irregular por
pendências relacionadas ao Simples podem buscar parcelamento em até sessenta
meses, de acordo com a Lei Complementar 123/06, que regula o Simples Nacional”,
orienta Medeiros.
MEI quer contratar?
Como previsto em lei (128/8) O MEI tem a possibilidade de
contratar um só funcionário para auxiliar nas atividades diárias da
empresa. O funcionário pode ser qualquer um (marido, esposa, irmão, mãe,
filho), desde que a pessoa seja maior de 16 anos. Assim, a sua remuneração deve
ser referente ao piso salarial da categoria ou de um salário mínimo que este
ano é de R$1.100,00. Além da remuneração, o MEI possui outros custos relativos
ao encargo previdenciário que é de 3%, e ao depósito do FGTS (Fundo de Garantia
Por Tempo de Serviço), cuja alíquota é de 8% sobre o salário do empregado, que
são pagos mensalmente através de guias próprias. O primeiro direito do
empregado é a assinatura da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).
Além destes, seu funcionário tem direito também a férias anuais de
30 dias com adicional de 1/3 do salário, 13º salário e verbas rescisórias em
caso de demissão. Se precisa contratar e tem dúvidas procure o
Simpi de seu estado, que além de receber orientação ainda terá um
técnico para fazer os registros e a folha mensal necessários no
processo.
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