Sábado, 30 de outubro de 2021 - 07h47

Cinco startups que
participam do Projeto Capital Empreendedor, organizado em Rondônia pelo Sebrae,
foram habilitadas e avançam para mais uma fase, desta vez de prospecção de
investidores em São Paulo.
O Projeto Capital
Empreendedor visa conectar investidores a startups inovadoras e tem como
objetivo preparar os empresários durante o ciclo de um ano para os processos
que envolvem o investimento de risco e os critérios de decisão dos
investidores. A primeira fase do programa em 2021 foi totalmente on-line, com
capacitações, mentorias e participação de investidores. O circuito de
investimentos é a próxima fase do projeto.
Segundo a gestora
estadual da iniciativa, Liliane Cougo, “o projeto vem evoluindo com a
preparação das startups no Estado de Rondônia. A Ping e a Fiscontech, por
exemplo, já estão com investidores em fase de negociação final. Isso tudo mesmo
antes de chegarem na etapa do circuito de investimento, que acontece em São
Paulo no próximo mês. A Syn, outra startup, também já recebeu investimento na
ordem de R$ 500 mil”, conta Liliane.
O programa é
dividido em lançamento, workshops com empreendedores, oficina de pitch,
mentorias de growth produtos e dados, máquinas de vendas, governança e
mentorias, trabalhando o lado comportamental do empreendedor. Após esse
trabalho, elas estão preparadas para seguir para o circuito de investimento. A
iniciativa já teve três edições, capacitando 497 empresas de todo país a realizarem
abertura do capital para investidores. Desse total, 85 startups receberam
investimentos que somam R$ 52,9 milhões.
Pelo projeto
realizado pelo Sebrae em Rondônia, cinco startups alcançaram o resultado atual
de avançar para o circuito de investimento que será realizado em São Paulo:
Fiscontech, Ping, Syn, BMV Global e Soul Plus.
A Fiscontech é um
modelo para reduzir custo através de automação de processos, e está focada em
escritórios contábeis, fiscais e tributários. A Ping promete eliminar o papel
na documentação das empresas, otimizando tempo, reduzindo custos e tem uma
pegada de sustentabilidade. A Syn surgiu para impactar o mercado de saúde no
Brasil, democratizando o acesso a cirurgias particulares. A Soul Plus criou o
aplicativo “Bora Vender Mais”, focado na ativação de retenção e recompra por
parte dos usuários, e a BMG Global faz gestão de ativos ambientais e
Certificação ESG.
Para Alex Geovane
Leite, CEO da Fiscontech, “O Capital Empreendedor transformou a Fiscontech,
sendo um divisor de águas para nós, tanto pelo conteúdo que o projeto entrega
como por essa aproximação do mercado lá fora. Tinha outra ideia, e pelo Capital
Empreendedor houve o amadurecimento do empreendimento. O Sebrae é fantástico
nisso, e nos apoiou em outras frentes também”, avalia.
Ana Paula Lemos
tem a mesma opinião. “Não conseguimos mensurar o quanto foram impactantes
tantas mentorias e o preparo para a negociação com investidores. Tínhamos
muitas lacunas, dúvidas, definições, e o Capital Empreendedor foi absolutamente
enriquecedor. Pudemos nos estruturar melhor, aprimorar nosso modelo de negócio,
com todo o suporte para entendermos melhor cada etapa. Desde a primeira
mentoria já vimos que seria fundamental para nós. Foi absurdo o conhecimento
que nos foi passado, não é clichê, o Capital Empreendedor do Sebrae foi um
divisor de águas”, pontua a CEO da startup Syn.
“O propósito do
Capital Empreendedor é de ajudar empreendedores a compreenderem a dinâmica do
ecossistema de risco e a se prepararem para aproximação e negociação com
investidores. Muitas ideias de negócios podem estar buscando um investimento, e
o Sebrae faz essa conexão com excelência através do Capital Empreendedor”, diz
Samuel Almeida, diretor técnico do Sebrae em Rondônia.
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