Domingo, 18 de abril de 2021 - 08h00

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, o presidente
da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas (MPE), senador
Jorginho Mello, e representantes das atividades que reúnem o maior volume de
micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia do coronavírus estiveram
reunidos com o presidente da República, Jair Bolsonaro, com o ministro da
Economia, Paulo Guedes, e com outros representantes do governo federal para
apresentar as principais necessidades desses segmentos.
Durante o encontro, o governo se comprometeu a
adotar medidas que amenizem as dificuldades que os pequenos negócios estão
passando, como por exemplo, reedição de programas de crédito e de redução de
salário e suspensão de tributos. O presidente Melles apresentou as maiores
demandas que o segmento vem passando, uma vez que as 18 milhões de micro e
pequenas empresas representam cerca de 99% de todo o tecido empresarial do
país.
“Foi uma reunião muito importante pois foi uma
oportunidade de reconhecer e agradecer o que o Governo e o Congresso fizeram ao
longo de 2020, para atravessarmos essa pandemia, como o auxílio emergencial,
Pronampe, prorrogações do Simples Nacional, ICMS, não excluir do Simples as
empresas inadimplentes de 2020, entre outras medidas que fizeram com que as
empresas continuassem vivas e em operação, em razão do recrudescimento da
pandemia. Agora em 2021, com o quadro mais agudo, as MPE estão ao relento,
alguns setores sofrendo ainda mais como Turismo, por exemplo, (hotéis, bares e
restaurantes), que são responsáveis pela geração de muitos empregos diretos e
indiretos. Pedimos reedição de medidas que auxiliem as empresas. O Presidente
foi muito sensível pois conseguimos demonstrar os setores que foram mais
impactados”, disse Carlos Melles.
Foi criado um grupo de trabalho com o Ministério da
Economia e o Sebrae para estratificação dos setores mais perderam e mais
precisam de medidas diversas, inclusive trabalhistas. O Fampe (Fundo de Aval às
Micro e Pequenas Empresas), por exemplo, deve estar operacional em breve, com
alavancagem para que os bancos possam emprestar mais. Será feito um
levantamento ficou apalavrado que o KOE terá uma isenção temporária de pagamento
de impostos, o que auxiliará muito para que os Pequenos Negócios possam retomar
seu faturamento pré-pandemia.
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