Quarta-feira, 8 de julho de 2020 - 19h45

O programa de ajuda do governo, que ficou conhecido como
Bolsa Família, vai se transformar. O ministro da Economia Paulo Guedes afirmou
que tanto o auxílio emergencial, como ele, devem ser substituídos pelo programa Renda
Brasil. A mudança será feita pela
transformação dos programas em um só. Não se deu maiores detalhes, mas, se sabe
que o governo, com a crise do novo coronavírus descobriu que a necessidade de apoio para as classes de
menor renda é muito maior do que se pensava anteriormente. Assim o Renda Brasil
deve ser ampliado para, além do Bolsa Família, com a entrada de ambulantes,
diaristas, microempreendedores individuais (MEIs) e trabalhadores informais. O
ministro Paulo Guedes também afirmou que o Renda Brasil pagará um valor mais
alto que o Bolsa Família. O valor ainda não foi confirmado. “Qualquer
brasileiro que cair, em qualquer momento, cai no Renda Brasil. Mas, se ele não
tiver mutilações físicas, defeitos que o impeçam… Às vezes é um idoso,
mutilado, que vende bala no sinal, aí talvez não consiga ser empregado e merece
ser amparado no Renda Brasil. Mas, o outro, mais jovem, pode ter caído
emergencialmente. Temos que ter as ferramentas para ele sair da assistência
social”, afirmou Guedes. No final de junho, foi confirmado que o auxílio
emergencial de R$ 600 será prorrogado por mais dois meses. O grupo que está
mais adiantado deve receber a quarta parcela ainda em julho. Não é necessário
fazer uma nova solicitação para receber as duas novas parcelas. Quem teve o
cadastro aprovado está automaticamente incluso entre os que receberão os dois
novos meses de pagamento. A ideia é que o Renda Brasil seja como uma
“continuação” do auxílio emergencial. O objetivo é que o novo programa fique
disponível em outubro, já que a última parcela do auxílio emergencial deve ser
paga em setembro.
Fonte: Usina de Ideias.
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