Segunda-feira, 18 de outubro de 2021 - 11h11

É muito comum pensar
que precisa mais dinheiro do que se tem ou ganha em algum momento,
especialmente quando a recente crise econômica ainda deixa vestígios. Muitas
pessoas pensam que fazer um empréstimo, na maioria das vezes, significa que
fracassaram financeiramente. Além de não ser um pensamento saudável, é uma
mentira.
Não tem problema algum
pedir dinheiro emprestado, especialmente para saldar aquelas dívidas que se
acumularam e se tornaram uma bola de neve. Na verdade, isso tem sido cada vez
mais comum. A questão é saber quando realmente vale a pena recorrer ao
empréstimo.
Todo mundo sabe que os
empréstimos possuem taxas de juros e por isso exige um planejamento antes de
fazer um para pagar as dívidas já existentes, uma vez que pode vir a se tornar
um novo problema quando deveria ser a solução.
Entretanto, se a
contratação do empréstimo está ocorrendo pela segunda vez, é o momento em que o
consumidor deve analisar a sua financeira como um todo. Mas será que vale a
pena fazer um segundo empréstimo?
A solicitação de um
empréstimo é recomendada para consumidores que estão endividados, utilizando-o
para acabar com suas pendências. É esperado que troquem muitas dívidas por uma
só – a do empréstimo – contratando uma outra dívida única com taxas menores do
que as anteriores.
Contudo, fazer um
empréstimo para situações de emergência como o surgimento de um problema de
saúde, também é uma opção válida. É importante, porém, analisar alguns fatores
antes de tomar a decisão para que o valor emprestado não se torne outro
problema.
Para isso, é necessário
analisar as taxas de juros, os prazos para o pagamento das parcelas e os
valores das mesmas. Um período mais longo para o pagamento nem sempre pode ser
a melhor opção, uma vez que a renovação contratual pode ocorrer e trazer
surpresas como aumento das taxas já negociadas.
Se por um acaso os
problemas do cliente forem com o cheque especial e com os créditos rotativos do
cartão de crédito, fazer um empréstimo com imóvel de garantia é uma boa saída para evitar juros mais elevados. Melhor ainda se
a modalidade de empréstimo consignado estiver disponível, já que os descontos
das parcelas irão ocorrer diretamente da folha de pagamento ou do benefício
recebido pelo aposentado e pensionista do INSS.
Existem instituições
financeiras que oferecem descontos quando o crediário paga uma parcela antes do
prazo estipulado, Taxas de juros menor do que o parcelamento do cartão de
crédito é um desses descontos que podem ser adquiridos.
Estar com o nome
negativado ou com restrições no CPF dificultam ainda mais a compra de um
imóvel, por exemplo. Também impossibilita o consumidor de fazer qualquer tipo
de empréstimo que não seja o específico para nome negativado.
Todo ano é organizado
pelo Serasa o chamado “Feirão Limpa Nome”, onde os consumidores inadimplentes
negociam suas dívidas com as instituições financeiras. Nessa operação são
fornecidos grandes descontos para quem conseguir pagar a dívida à vista ou
antecipar algumas parcelas.
Quando isso ocorre,
fazer um empréstimo nesse tipo de situação fará com que o empréstimo não conte
como uma dívida. Assim, o nome do consumidor será limpo e poderá pagar o
crédito adquirido sem problemas. Entretanto, é importante ter certeza absoluta
de que as prestações cabem no orçamento.
Para quem deseja abrir
sua própria empresa, existe uma modalidade de linha de crédito específica para
isso. Porém, é preciso muito mais cuidado do que quando se pede um empréstimo
pessoal. É importante lembrar que, para um empreendimento dar certo, precisa
ser planejado previamente, além de ter todo o cenário econômico analisado,
principalmente em um momento de crise.
Também é importante
pensar em um planejamento para que o pagamento do empréstimo não comprometa e
nem dependa somente dos lucros iniciais do negócio, uma vez que não se tem
certeza absoluta de que haverá um retorno em curto prazo.
Se o consumidor estiver
pensando em solicitar um segundo empréstimo, é importante que o primeiro tenha
sido quitado. Caso contrário, a análise de crédito será muito mais rigorosa e
pode ocorrer de ser recusado.
Torna-se fundamental
analisar quanto falta para o pagamento ser finalizado, as datas de vencimento
das parcelas futuras e, principalmente, os valores de ambos os empréstimos para
que não entrem em conflito, comprometendo assim o orçamento do cliente.
Assim que o segundo
empréstimo foi contratado e aprovado, é necessário que se fique atento e se
planeje o pagamento das parcelas em dia. Contudo, caso o consumidor perceba que
não será capaz de arcar com a dívida, é melhor buscar outras alternativas para
quitá-las antes que se acumulem.
Oferecer algum bem como
garantia para a instituição financeira é uma boa saída, dando a possibilidade
de que os prazos, valores e taxas de juros sejam renegociados. Porém, após
fazer as renegociações, pense em contratar um segundo empréstimo apenas se não houver
opções de como quitar as dívidas geradas com o primeiro.
Conseguir um segundo
empréstimo é bem mais difícil quando isso acontece, uma vez que funcionará
somente para suprir a emergência de quitar a primeira dívida. Prefira pagar
toda a pendência do primeiro empréstimo para então conseguir focar apenas no
pagamento das futuras parcelas.
Procure instituições
financeiras que disponibilizam o crédito consignado e com taxas de juros
menores do que as do primeiro empréstimo. Hoje em dia, é possível fazer a negociação
de empréstimo pela internet e ter o dinheiro liberado em alguns dias após a
aprovação da análise de crédito.
Não faça empréstimos
sem ter certeza absoluta de que conseguirá pagá-los, nem para utilizá-los para
arcar com pequenos luxos e coisas supérfluas. Um empréstimo cabe apenas em
situações de grande necessidade, uma vez que as dívidas podem começar pequenas
e se arrastarem por muito tempo, tornando-se imensas.
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