Quarta-feira, 28 de junho de 2023 - 11h10

Por
resolução da ONU o dia 27 de junho é o Dia Internacional das Micros e Pequenas
Empresas e este ano o lema é “resiliência e reconstrução”. Para chefe da ONU,
fortalecer essas iniciativas é ajudar a lutar contra a pobreza e criar
empregos. A pandemia de Covid-19 afetou de forma desproporcional os negócios das
empresas micro, pequenas e médias. Juntas, elas são a alma da economia de
comunidades ao redor do globo. A declaração é do secretário-geral da ONU,
António Guterres, para marcar o dia. Essas iniciativas respondem por quase 90%
dos negócios do mercado global. E mais de 60% dos postos de trabalho além de
metade do Produto Interno Bruto, PIB, mundial. O fortalecimento dos pequenos
negócios ajuda a combater a pobreza, a criar postos de trabalho e a
salvaguardar a subsistência de bilhões de pessoas incluindo trabalhadores
pobres, mulheres e jovens e pede que o mundo renove seu compromisso com as
micro, pequenas e médias empresas para salvar os Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável na construção de um mundo mais justo e próspero para todos. Segundo
o Banco Mundial, serão precisos 600 milhões de novos empregos até 2030 para
absorver o crescimento da força de trabalho global, por isso a importância
desta categoria.
Para
onde o dólar vai?
O
economista Luis Troster explica que a tendência para os próximos dias é de uma
queda no dólar. Segundo ele, são 3 motivos que levariam a esta mudança: 1 –
Diferencial de taxa de juros entre o Brasil e Estados Unidos. A Selic está em
13,75% e a estrangeira está em 5%. Isso faz com que haja uma maior entrada de
recursos (dólar) e, consequentemente, os preços começam a cair. 2 –
Expectativa: a Balança Comercial está batendo recordes históricos de saldos
positivos. Com a expectativa da continuidade deste cenário, são mais dólares
entrando e mais oferta de preço. 3 – Dinâmica do mercado futuro: o mercado de
câmbio brasileiro está dividido entre o à vista e o mercado futuro, com
operações futuras. É um mercado muito volátil e sensível a eventos
políticos.
Assista: https://youtu.be/dL6Pgd-rBS0
Recuperação
Judicial? Calote a vista!
O
ano de 2023 está sendo marcado pela alta taxa de juros, que se configura ainda
em 13,75% (Selic). Diante desta realidade, tem-se observado um aumento na
quantidade de empresas que entram com processos de recuperação judicial. O
economista Salvatore Milanese dá duas algumas dicas para evitar os riscos de
cair nesta situação: 1 – Evite de concentrar as vendas em poucos compradores; 2
– Se o seu grande comprador pedir recuperação judicial, não se afaste desse
cliente e contrate alguém para te ajudar nas negociações.
Assista: https://youtu.be/Zln-SJvTCZs
Ter
sócio, é bom ou não?
Emanuel
Pessoa, mestre em Direito pela Harvard, traz uma reflexão sobre a importância
de ter um bom relacionamento com o sócio de seu determinado negócio. “Quando
você escolhe mal o sócio, você está contratando para o futuro um problema”,
comenta o especialista. Segundo ele, quando os sócios entram em conflito, a
empresa para de focar em seus objetivos e para de inovar. Para evitar que isso
aconteça, Emanuel salienta que é importante ter uma boa governança corporativa.
Com isso, o papel de cada um estará definido. Por fim, ele acrescenta sobre a
necessidade de haver regras, caso haja algum desentendimento, e assim resolver
uma desavença de maneira mais sábia.
Assista: https://youtu.be/b8eNAWkdJSw
Regularizar
a empresa é mais fácil do que imagina, sabia?
Ser
MEI tem uma série de vantagens, como menor burocracia, uma fácil
formalização do negócio e baixo custo nos tributos. Porém, deve estar ciente de
que tem algumas obrigações a cumprir para se manter regularizado. Nos percalços
do dia a dia e nas crises diárias que ocorrem pela novas leis e normas que
surgem quase diariamente, não é incomum que os microempresários deixem pagar o
Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou percam o prazo
para entrega da declaração anual simplificada da categoria (DASN-SIMEI).
Conforme pesquisa feita pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria de Rondônia
(SIMPI) em seu movimento interno, essas falhas são muito comuns apesar de
poderem trazer prejuízos à atividade executada. O certo na questão é que
o MEI não pode ficar com dívidas ou declarações em aberto por período superior
a doze meses, sob o risco de ter o CNPJ cancelado e para que não
ocorram consequências graves, o ideal é que dívidas e outros compromissos
pendentes sejam quitados ou parcelados para quitação o quanto antes. O processo
de regularização, costuma ser bastante simples, basta procurar as
soluções nos endereços eletrônicos da Receita Federal, https://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/, e se tiver dificuldades a dica é consultar um profissional da
contabilidade, ou se dirigir ao Simpi , de forma presencial ou on-line (whats
69 99933-0396), de seu estado onde deixa a disposição profissional
habilitado só para auxiliar você a deixar sua empresa 100%
regular.
66%
das pequenas empresas se veem prejudicados pelos juros do BC, aponta
Simpi/Datafolha
Pesquisa
realizada com dirigentes de micro e pequenas Indústrias de todo o país,
pelo Simpi e o Datafolha mostra que a percentagem dos que consideram o cenário
atual “ruim ou péssimo” piorou, com um aumento de 37% para 48% nos meses de
abril e maio. A elevada taxa de juros é a principal preocupação apontada pelos
donos e diretores das micro e pequenas indústrias, de acordo com a pesquisa. De
fevereiro e março a abril e maio, cresceu de 52% para 66% o índice de empresas
que estão se vendo muito prejudicadas pelas taxas de juros no Brasil. Quase
metade delas não tem capital de giro suficiente. Os juros elevados têm
dificultado o acesso ao crédito num cenário onde 6,4 milhões de empresas
estavam inadimplentes no mês de maio, segundo a Serasa. De acordo com a
pesquisa, os que veem o panorama como bom ou ótimo cresceu somente um ponto
percentual, de 13% para 14% nos dois meses.
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