Quarta-feira, 16 de julho de 2025 - 16h34
A
Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO) acompanha com atenção as
movimentações da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e demais entidades
representativas do setor produtivo brasileiro, que nesta terça-feira, 15
participaram de reuniões com o Comitê Interministerial de Negociação e
Contramedidas Econômicas e Comerciais, ligado ao Ministério do Desenvolvimento,
Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em Brasília.
A CNI tem
dialogado regularmente com os presidentes das federações para entender a
realidade de cada estado e expor algumas saídas para mitigar os impactos da
decisão dos Estados Unidos de importar uma tarifa de 50% sobre os produtos
brasileiros a partir de 1º de agosto. A medida, divulgada pelo presidente
Donald Trump, desperta uma preocupação entre representantes do setor produtivo
e pode impactar diretamente empresas exportadoras em Rondônia, principalmente
no segmento da madeira.
Segundo o
presidente da FIERO, Marcelo Thomé, a decisão norte-americana tem potencial
para comprometer a competitividade dos produtos brasileiros no mercado
internacional, dificultando o acesso de empresas locais a um de seus principais
parceiros comerciais. Uma entidade que avalia a elevação da tarifa pode
representar uma barreira significativa para os setores exportadores,
especialmente em setores como o agronegócio (carne) e a indústria de base
florestal, que mantêm relações comerciais com os EUA, frustrando o incremento
da exportação de café, castanha e peixe nativo congelado.
Para o
presidente da FIERO, é fundamental que o Brasil atue com sagacidade na busca
por soluções diplomáticas. "Precisamos manter um diálogo institucional e
diplomático, para proteger os interesses de nossos setores e preservar empregos
e renda. Em Rondônia, temos indústrias do setor madeireiro, que dependem
diretamente dessas exportações para manter sua operação e crescimento",
afirmou.
Thomé destacou a necessidade de
esgotar toda e qualquer negociação antes de recorrer à lei da reciprocidade
junto aos Estados Unidos, bem como uma articulação do governo para um adiamento
de 90 dias para início da vigência da nova tarifa, medidas também defendidas
pela CNI e demais federações, que trabalham em conjunto com outras entidades
para buscar alternativas que minimizem os impactos junto à indústria.
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