Terça-feira, 21 de setembro de 2021 - 21h09

Aquela percepção de que estaríamos
numa tração de crescimento ao longo dos últimos meses se arrefeceu um pouco, de
acordo com Roberto Dumas, professor de economia do Insper. “Com a queda do PIB
em 0,1% no segundo trimestre do ano, enquanto o mercado esperava alta de 0,2%,
a expectativa do mercado foi bastante afetada, prejudicando a atividade
econômica. Esse resultado é a soma de diversos fatores, entre eles a inflação
dos últimos doze meses chegando a quase 10%, a taxa de juros básica com
previsão de atingir 8% até o final do ano e os mais de 14 milhões de
desempregados”, explica. Para este ano há uma expectativa de crescimento
da economia entre 4,5% a 4,7%, no entanto, segundo Dumas, tecnicamente esse
resultado, se confirmado, será equivalente a um crescimento real médio em torno
de 1%, considerando a herança estatística, ou seja, o crescimento registrado
depois da queda. “Para 2022 o cenário é ainda mais desafiador por conta da
crise hídrica e energética, taxa de juros mais alta, desemprego forte,
depreciação cambial por conta de crise política e possível fuga dos
investidores, tudo refletindo ainda mais na inflação. Além da renda da
população, que continua caindo. Restará ao Brasil a exportação, mas que não é
nosso principal motor de crescimento”, alerta.
Simpi
promove curso “Como Empreender no Digital” com a jornalista Alexia
Oliveira
Com
o objetivo de melhorar as estratégias de vendas no digital e melhorar a
identidade visual das empresas na web, a jornalista Alexia Oliveira dará um
curso dirigido a MEI’s, micro e pequenos empresários, abordando as
principais técnicas de venda e de aparência nas redes sociais. A ideia é um
curso de 6h, online, via Meet, que promova a integração e aprendizado de forma
coletiva. "A expectativa é a melhor! Afinal, a ideia é pegar as
dificuldades de cada um e trazer soluções simples para serem utilizadas. De
acordo com o presidente do Simpi, Leonardo Sobral, "os pequenos que não
procuram as mídias para seus negócios estão perdendo novos clientes e
boas oportunidades de negócios. De nada adianta a cabeleireira, a confeiteira,
a costureira ou o micro industrial das confecções fazerem tantas coisas
bonitas, se não colocar para as pessoas verem", completa. O curso irá
acontecer nos dias 27 e 28 de setembro e as inscrições pelo whats –
69 9 99330396
Reforma Tributária
A Câmara dos Deputados aprovou o
texto base do Projeto de Lei 2337/2021, conhecido como Reforma Tributária do
Imposto de Renda, e que faz alterações importantes na legislação. "Entre
elas, a inclusão de um artigo estabelecendo que qualquer matéria no Conselho de
Administração de Recursos Fiscais decidida por empate, prevalecerá vitória em
favor do contribuinte, o inverso do praticado até então", explica o
advogado tributarista Mario Franco. Para ele, esses avanços diminuem o impacto
que a reforma poderá trazer para as pequenas empresas, mas devemos aguardar as
próximas decisões do Senado, pois o tema ainda deve render muito debate.
Simpi/Datafolha: Inflação
alta e aumento dos custos trás pessimismo para a retomada dos negócios
Desde o ano passado, o
mercado vem sentindo a persistente alta da inflação, cujos reflexos atingem
diretamente empresas de todos os segmentos e consumidores. O aumento contínuo
dos preços, além de diminuir o poder de compra do consumidor, está refletindo
na produção das micro e pequenas indústrias, que sofrem com a alta de preços pelo
oitavo mês consecutivo, fatores que somados reforçam a expectativa negativa dos
entrevistados com a retomada dos negócios nos próximos meses. Segundo a
pesquisa Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, realizado pelo
Datafolha, a pedido do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias (Simpi), a
expectativa de piora da inflação segue alta (61%), contra apenas 8% dos
entrevistados que acreditam que vai diminuir e outros 30% que acham que fica
como está. Em cenário prolongado de alta de preços, o Índice de Custos ficou
abaixo de 100 pontos pelo oitavo mês seguido, indicando tempos difíceis para as
micro e pequenas empresas. Para 79% das micro e pequenas indústrias, a
alta no preço de insumos e matérias-primas foi o principal entrave enfrentado
no período. Apesar de ainda alto, o índice é o menor registrado em 2021. Em
segundo lugar, o maior problema para os negócios foi a falta de insumos (47%),
seguido de atraso na entrega de materiais (45%) e baixa qualidade dos materiais
(26%). De acordo com a pesquisa, a expectativa de melhora nos negócios para os
próximos meses recuou de 59% para 54%, uma inversão da tendência de otimismo
crescente desde março deste ano.
Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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