Sábado, 11 de abril de 2020 - 12h54

Este
ano de 2020 é, sem dúvida, um ano muito atípico. Em certos momentos até parece
que houve uma convergência de problemas que, qualquer que seja o governante,
sem dúvida, estaria na berlinda. Ainda mais um governante, como Bolsonaro, que
se recusa a fazer como seus antecessores e comprar uma maioria parlamentar. O
preço, imenso, aliás, é ter de enfrentar uma terrível epidemia, dentro de uma
crise fiscal e econômica de governos passados, que tem que atender demandas
inadiáveis, como a de sustentar uma população de baixa renda, que não tem como
viver sem trabalhar, com toda a mídia contra. Ainda mais, sabendo, como todos
nós empresários, economistas, analistas econômicos, que na medida em que a
quarentena continua nossa sociedade empobrece mais e aumentam os problemas
futuros.
Não
há quem não defenda a liberdade de imprensa, mas, somente quem não quer ver,
não vê, que, por conta da crise que há entre o governo e a mídia, em grande
parte porque o governo atual cortou as gordas verbas governamentais que
sustentavam os maiores veículos de comunicação, existe um objetivo flagrante de
desestabilizar o governo. Não se pode negar, inclusive, que a grande mídia não
tem, nunca teve outro inimigo além do Bolsonaro. Nunca antes neste país um
governante teve cada palavra examinada, medida, pesada e usada contra si com
tamanha unanimidade. Procuram cada termo que Bolsonaro usa para pendurar nele
todos os males do mundo. E isto ficou mais fácil ainda com toda a sociedade
encarcerada nas suas casas, enquanto, estranhamente, cada vez mais, os bandidos
são soltos, estão tomando as ruas vazias ou saindo dos cárceres para suas casas
sob o pretexto da pandemia. O bombardeio contra Bolsonaro é um crime contra o
Brasil na medida que, o que ele pede, todos os cidadãos de bom senso deveriam
pedir: a abertura, mesmo que parcial, do setor produtivo. Sem o comércio, a
indústria em funcionamento por muito mais tempo nós teremos a porta aberta para
o caos. Será a falência de milhares de empresas, fora as que já faliram, o
maior nível de desemprego que já tivemos em todos os tempos, graças a uma
imensa campanha, que explora o medo, fazendo cabeças para que permaneçam todos
em casa. O que não é possível, pois, mesmo os que estão em casa, e podem,
dependem de que outros se exponham. Não há como vivermos sem trabalhar, sem
produzir o sustento de cada dia.
Bolsonaro está certo quando
tenta pregar otimismo, briga contra os apostadores no caos, quando, e não é
preciso nenhuma bola de cristal para ver isto, afirma que parar toda a economia
é a pior solução; que precisamos dosar as medidas entre saúde e economia. É
preciso existir um ponto médio entre a economia e crise epidemiológica. Não há como saber quantas pessoas irão morrer,
dado o perfil geográfico e da população brasileira, mas, se sabe, com certeza,
que, com a economia parada, estamos criando o inferno. E se não mudarmos o rumo
das coisas as consequências terríveis estão se aproximando. Já se sente os
sinais de rebeldia nos micros e pequenos e nas famílias que não podem se
sustentar. É preciso encontrar rápido uma solução. Ficar como está é
desestabilizar a democracia.
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