Terça-feira, 13 de outubro de 2020 - 10h31

Nesta quarta-feira, 14, acontece a quarta e última rodada de debates prévios do Fórum Mundial Amazônia+21, com três painéis. O primeiro falando sobre pessoas, o segundo sobre negócios, ambos na parte da manhã, e à tarde, o terceiro painel trazendo o papel das cidades no desenvolvimento da região amazônica. Todos acontecem no horário de Brasília.
Primeiro painel inicia às 9h30. “Um pouco sobre a história e a vida na Amazônia – a diversidade dos povos e os desafios da floresta”, com a participação no estúdio, do cacique Almir Suruí e remotamente, do escritor Márcio Souza e do geógrafo Gustavo Rangel, todos profundos conhecedores da vida na Amazônia.
Segundo painel começa às 11 horas, com o tema “Amazônia ativa – conectando pessoas, florestas e mercados”. Também serão apresentados três cases de cooperativas e redes que atuam na região: Rede da Floresta (RO); Amazonbai (AP); e Coopavam (MT) e o ´painel será moderado pelo SEBRAE.
A partir das 14 horas, “O papel das cidades na promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia”, é o tema do terceiro painel, com a participação de instituições como a Ekla (Programa Regional de Segurança Enérgica e Mudanças Climáticas para a América Latina), Iclei (Governos Locais pela Sustentabilidade), Fundação Kas (Konrad Adenauer) e Way Carbon como articuladores.
Este painel será desdobrado em dois diálogos. O primeiro abordando “Cidades e Desenvolvimento Sustentável” será moderado pelo gerente de Relações Institucionais do Iclei América do Sul, Rodrigo Corradi e participação do diretor regional da ONU-Habitat para América Latina e o Caribe, Elkin Velásquez; a diretora regional do programa de segurança energética e mudanças climáticas da Fundação Konrad Adenauer, Nicole Stopfer e prefeitos da região.
O segundo, “Desenvolvimento Urbano Sustentável” será conduzido com as presenças do pesquisador sênior associado da Consultoria Way Carbon, Sérgio Margulis; o Secretário Executivo da Frente Nacional de Prefeitos, Gilberto Perre; a Gerente de Mudança do Clima e Biodiversidade no Iclei América do Sul, Sophia Picarelli; e o vice-ministro de ordenamento ambiental do território do governo colombiano, Roberto Mario Esmeral Berrio.
Assim como
no Brasil, cerca de 80% da população da região vive nos 775 municípios dos nove
estados da Amazônia Legal – os sete estados da região Norte, Maranhão e Mato
Grosso. Portanto, as cidades também devem ser repensadas quando se discute
novas formas de desenvolvimento da região. “Boa parte dos 775 municípios que
integram a Amazônia Legal enfrentam carências diversas como o acesso à água
potável e encanada, saneamento básico, logística, conectividade, saúde e
educação. Trata-se de uma região que foi esquecida por muito tempo e hoje
convive com um baixo índice de desenvolvimento humano (IDH) e baixa
renda”, explica o coordenador do Fórum, Marcelo Thomé.
Sobre o Amazônia+21
O objetivo do Amazônia+21, é conectar governos, empreendedores, cientistas, pesquisadores, setor produtivo, investidores e sociedade para dialogar sobre a geração de riquezas na região amazônica, com proteção plena ao bioma.
O evento é aberto, com tradução simultânea em inglês e espanhol, e transmitido pelas redes sociais da Confederação Nacional da Indústria (CNI) – Youtube e Facebook. A organização do Fórum lembra que o evento é 100% online e as inscrições de forma gratuitas podem ser feitas através do link: Amazônia+21.
O Amazônia+21 é uma realização da Federação das Indústrias do
Estado de Rondônia (FIERO), Prefeitura Municipal de Porto Velho, da Agência de
Desenvolvimento de Porto Velho, com a correalização da Confederação Nacional da
Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).
Galeria de Imagens
Terça-feira, 17 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Contrata+Brasil abre mercado para 13 mil MEIs em escolas públicas de Rondônia
Mais de 900 escolas públicas de educação básica de Rondônia que recebem recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) agora podem contrata

A Reforma Tributária, atualmente em fase de regulamentação, deve provocar mudanças significativas na dinâmica econômica de Rondônia, especialmente e

Teto do Simples com defasagem de 82,2%. Ninguém aguenta mais!
Entidades que representam MEIs, Micro e Pequenas Empresas têm pressionado o Congresso Nacional por mudanças nas regras de faturamento e tributação d

Os custos de uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos d
Terça-feira, 17 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)