Terça-feira, 19 de abril de 2022 - 20h39

Uma tradição brasileira nas compras,
o parcelamento de pagamentos já migrou dos carnês para o cartão de
crédito, e agora será possível no Pix. O BC estuda um produto para
parcelar compras via Pix, que se chamará Pix Garantido, mas ainda não há
previsão de lançamento. Há um debate sobre quem será o garantidor do crédito, o
banco ou o estabelecimento que vende. Mas as instituições financeiras se
anteciparam e passaram a oferecer este ano o que chamam de Pix Parcelado. O BC
informou que “nada impede” que os bancos já ofereçam produtos próprios para dar
crédito a seus clientes para a utilização em pagamentos via Pix. No
entanto o já popularizado Pix Parcelado não é um serviço oficial
do Banco Central. São as instituições financeiras que passaram a oferecer crédito
pessoal atrelado a compras pagas com Pix de seus clientes. A vantagem é que o
consumidor pode ter um desconto pagando à vista por um produto e parcelar junto
ao seu banco com juros baixos, comparáveis aos de um crédito consignado. Mas,
como se trata de um empréstimo, depende de análise de perfil, e as condições
variam para cada cliente. Eles podem fazer a contratação via celular na mesma
jornada do Pix. É possível parcelar pagamentos acima de R$ 100 em até 24
prestações. As taxas de juros começam em 1,59% ao mês, e variam de acordo com o
score (pontuação para risco de crédito) do cliente, avaliado por inteligência
artificial. O importante é o cliente ter a opção. Se quer comprar algo, mas não
tem limite no cartão e a loja dá desconto para o pagamento via Pix, ele pode
optar por parcelar, e essa opção ajuda o estabelecimento a vender mais. Ele
recebe o valor na mesma hora, como num Pix normal.
Após 2 anos de pandemia voltaremos a vida normal,
mas com cuidados
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou, na
noite deste domingo (17), o fim do estado de emergência devido à pandemia de
Covid. Dessa forma, chega ao fim a Emergência em Saúde Pública de Importância
Nacional (Espin) pela Covid. A medida, no entanto, não significa o fim da
Covid-19. Continuaremos a conviver com o vírus”, pontuou o chefe da pasta,
dizendo ainda que o governo investiu R$ 100 bilhões com o combate à Covid desde
2020. No anuncio o ministro afirmou que o Estado vai continuar agindo no
cuidado de pessoas que forem infectadas pelo vírus ou sofrerem sequelas da
doença.
Mas isso não quer dizer que a vigilância possa ser
deixada de lado. Para a Fiocruz, “todo o sistema de saúde deve se valer do
período de menor transmissão da Covid-19 para readequar os serviços para o
atendimento de demandas represadas durante as fases anteriores de alta de
casos, com a distribuição estratégica de teses, a capacitação profissional para
atividades de vigilância e cuidado, o reforço da atenção primária de saúde e o
atendimento de síndromes pós-Covid.
Vem aí o “Construa Brasil” para melhorar o ambiente
de negócios na construção civil
No próximo dia 26 de abril, a Secretaria Especial
de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME) lançará
o Projeto Construa Brasil. A ação tem como objetivo melhorar o ambiente de
negócios do setor da construção, retirando barreiras atuais e incentivando as
empresas à modernização. O projeto prevê difundir o sistema de construção
industrializada que é ainda é pouco conhecida no Brasil. Um cenário ainda
encontrado no setor é de uma construção caracterizada por baixos níveis de
planejamento, pouca qualificação do trabalhador, baixa qualidade das obras,
alto índice de desperdício, controle ineficaz de custos e incidência de
acidentes de trabalho. A partir do estímulo à modernização e industrialização
do setor, espera-se a inversão desta realidade, através da racionalização dos
processos construtivos. A adoção da construção industrializada tem potencial
para reduzir, significativamente, os prazos de execução das obras e aumentar,
substancialmente, a eficiência dos processos, a sustentabilidade, as condições
de trabalho para os trabalhadores e o controle de qualidade e de custos. Os
produtos desenvolvidos para cada uma das metas do Projeto Construa Brasil,
estarão disponíveis no site – que será apresentado no dia do lançamento – para
apoiar a desburocratização, a digitalização e a industrialização do setor da
Construção.
Câmara aprova prorrogação do Pronampe
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que
prorroga até o fim de 2024 o uso de recursos emergenciais do Programa Nacional
de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O
texto aprovado adia para 2025 a devolução ao Tesouro Nacional de valores não
utilizados do fundo relativos a empréstimos por meio do Pronampe. O programa
foi criado em maio de 2020 para auxiliar financeiramente os pequenos negócios
e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia de covid-19. A proposta
também torna permanente o uso de recursos do Fundo de Garantia de Operações
(FGO) em operações não honradas. Segundo o relator, deputado Marco Bertaiolli
(PSD-SP), foram mais de R$ 60,7 bilhões de créditos ofertados a mais de 826 mil
empresas. Ambos os dispositivos se revelam de grande relevância para a
continuidade das operações do Pronampe, que continuam a ser necessárias, uma
vez que persistem as dificuldades enfrentadas sobretudo por microempreendedores
individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. Assista: https://youtu.be/FQeD5HdZAtY
Refis para MEIs deve ser prorrogado antes de
definição de prazo
Antes mesmo de abrir o prazo para MEIs e pequenas
empresas do Simples renegociarem suas dívidas tributárias com a União, o Ministério
da Economia já estuda prorrogar a data limite para ingressar no novo Refis. A
lei que instituiu o Relp (Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos
no Âmbito do Simples Nacional) foi promulgada em 17 de março, e o prazo de
adesão vai até 29 de abril, mas o programa até agora não foi regulamentado pelo
governo. A demora tem causado inquietação no setor empresarial e no Congresso
Nacional, já que os pequenos negócios não conseguem regularizar suas pendências
tributárias. O motivo do atraso na regulamentação do Relp é a necessidade de
compensar a renúncia de receitas, estimada em cerca de R$ 500 milhões em 2022,
na esteira de descontos concedidos em juros e multas. A medida foi criada como
uma resposta às dificuldades sofridas por pequenos negócios durante a crise da
Covid-19.
Simpi/Datafolha: Preço dos combustíveis e guerra
disparam custo de produção
A sequência de reajustes nos preços dos
combustíveis e derivados do petróleo e a guerra na Ucrânia desencadearam uma
série de consequências para as micro e pequenas indústrias (MPI’s), entre elas
o aumento nos custos de produção, faturamento e lucro menores. De acordo com a
pesquisa Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, realizado pelo
Datafolha, a pedido do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias (SIMPI), 59%
dos dirigentes avaliam que a alta nos preços dos combustíveis anunciada no
início de março com certeza diminuirá o lucro da empresa. Para 56%, essa alta
levará ao reajuste de preços de produtos e serviços. Outros 53% acreditam que
haverá queda no faturamento. Em 31% dos casos é possível que haja interrupção
ou adiamento de investimentos na empresa. Sobre a inflação cresceu de forma
significativa a expectativa de alta na inflação. De acordo com a pesquisa, 70%
das micro e pequenas indústrias esperam que haja alta nos preços nos próximos
meses. O índice é mais alto do que o registrado em janeiro deste ano (53%) e
fica abaixo apenas do registrado em março de 2021 (77%). O Índice de Custos das
micro e pequenas indústrias confirma a previsão pessimista dos dirigentes,
pois a maioria das empresas seguem pressionadas pela alta nos custos de
matérias-primas e insumos. Ainda segundo a pesquisa, 64% das micro e pequenas
indústrias tiveram alta significativa de custos, voltando ao patamar de
janeiro. A íntegra da pesquisa está disponível no site http://www.simpi.org.br.
Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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