Segunda-feira, 14 de junho de 2021 - 18h23

Em maio, pelo segundo mês consecutivo, as micro e
pequenas empresas demonstraram um sinal de recuperação, após uma forte queda da
confiança, em março. A informação é da Sondagem de Micro e Pequenas Empresas,
realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). De
acordo com a pesquisa, o Índice de Confiança de Micro e Pequenas Empresas
(IC-MPE) subiu 5,4 pontos, em maio, atingindo o patamar de 93,5 pontos, o maior
nível desde dezembro de 2020 (94,6 pontos).
Em maio, pelo segundo mês consecutivo, as micro e
pequenas empresas demonstraram um sinal de recuperação, após uma forte queda da
confiança, em março. A informação é da Sondagem de Micro e Pequenas Empresas,
realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). De
acordo com a pesquisa, o Índice de Confiança de Micro e Pequenas Empresas
(IC-MPE) subiu 5,4 pontos, em maio, atingindo o patamar de 93,5 pontos, o maior
nível desde dezembro de 2020 (94,6 pontos).
O IC-MPE agrega os índices de confiança dos três
principais setores da economia - comércio, serviços e indústria de
transformação. Segundo o presidente do Sebrae, nos últimos dois meses, houve um
crescimento de 11 pontos na confiança dos pequenos negócios. Todos os setores
apresentaram resultados positivos, mas Comércio e Serviços, que estavam com um
baixo índice, estão dando ótimos sinais de recuperação.
O presidente do Sebrae, Carlos Melles, comenta que
dos pontos que mais chamou atenção na Sondagem das MPE, em maio, foi o quesito
expectativa de geração de vagas de emprego nos próximos três meses, na
indústria. Após meses de sinalizações de demissão de mão de obra pelas
empresas, no último mês, as MPE da indústria sinalizaram que pretendem
contratar no curto prazo. “Uma das possíveis razões pelo otimismo por parte das
MPE é o fato de que as medidas restritivas têm sido flexibilizadas, além da
possibilidade do aumento na oferta de vacinas para a população em geral”,
ressalta.
“Em maio, além do Dia das Mães, a diminuição do
número de casos e mortes por coronavírus, a ampliação do programa de
imunização, a manutenção do auxílio emergencial e de programas que favorecem os
pequenos negócios, como a MP do Bem, contribuíram para a melhora do otimismo
das micro e pequenas empresas”, frisa Melles, que enfatiza que esse indicador
reflete a economia atual dos pequenos negócios e revela uma continuidade no
movimento de recuperação.
Comércio
O índice de Confiança das MPE do Comércio foi o que
apresentou o maior incremento na confiança, passando de 79,9, em abril, para
90,5, em maio. Um aumento de 10,6 pontos. Nos últimos dois meses, o Comércio
demonstrou uma recuperação de 22 pontos. A alta da confiança das MPE
desse setor decorre do aumento da satisfação com a situação atual, o desempenho
nas vendas efetivas de maio, e da melhoria das perspectivas de vendas para os
próximos três meses.
“A recuperação ocorreu em todos os segmentos do
comércio, mas o destaque foi o comércio de material de construção que subiu 7,7
pontos e chegou a 90,2 pontos, o maior nível desde setembro de 2020 (91,0
pontos). Este segmento foi acompanhado por veículos, motos e peças e varejo
restrito”, pontua o presidente do Sebrae.
Serviços
Um dos setores mais impactados pela pandemia do
coronavírus, o de Serviços, também tem demonstrado sinais de recuperação e teve
um aumente de 7,2 pontos, apenas no mês de maio, atingindo 86,9 pontos, o maior
nível desde fevereiro de 2020 (95,1 pontos), ou seja, período pré-pandemia. Em
abril, a confiança dessas empresas já havia crescido 4,6 pontos. O Índice de
Confiança das MPE de Serviços (MPE-Serviços) foi influenciado, principalmente,
pelo aumento da demanda atual e pela melhora do otimismo em relação a tendência
dos negócios nos próximos seis meses.
“Por ser a segunda alta consecutiva e consistente,
esse índice dos Serviços pode indicar um melhor cenário para o setor no curto
prazo”, comenta o presidente do Sebrae. O segmento serviços prestados às
famílias foi o que mais contribuiu para a alta desse mês, ao subir 12,6 pontos,
para 83,3 pontos, o maior nível desde outubro de 2020 (85,1 pontos). Este
segmento foi seguido de transporte (7,4 pontos), serviços profissionais (7
pontos) e informação e comunicação (5,1 pontos).
Indústria
Após cinco meses seguidos de queda, o Índice de
Confiança das MPE da Indústria de Transformação (MPE-Indústria) voltou a subir.
Contudo a alta de 1,9 ponto, chegando a 97,7 pontos recupera apenas 9,2% das
perdas dos últimos meses. “Apesar dos problemas com níveis de estoque e da alta
da inflação, principalmente entre as indústrias alimentícias, o avanço da
confiança das MPE na Indústria foi influenciado por melhores perspectivas para
os próximos meses e pela expectativa de contratações para os próximo três
meses”, revela Melles.
Entre os
segmentos mais relevantes da indústria, o segmento de vestuário foi que mais
contribuiu para a melhora da indústria, com alta de 14,8 pontos, levando a 87,9
pontos, após cinco quedas consecutivas. Já o segmento alimentos teve queda de
4,5 pontos, para 82,4 pontos.
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