Terça-feira, 15 de dezembro de 2020 - 08h21

Se os
resultados das vendas de fim fossem depender a intenção de consumo das famílias
rondonienses, certamente, estaríamos muito otimistas sobre este fim de ano,
porém, o que observarmos, com o comportamento de nossas autoridades, aumentando
as medidas restritivas e com uma fiscalização maciça que vai, principalmente,
afetar muito mais os restaurantes, bares e locais de lazer nosso otimismo
decresce e se torna um desafio para o setor empresarial atrais os consumidores.
Esta é a visão que o presidente da Associação Comercial de Rondônia-ACR, Vanderlei
Oriani, tem do momento e das perspectivas de fim de ano de nosso comércio, que,
ao seu ver, não pode ser responsabilizado pelos problemas da pandemia: “O
comércio tem não apenas agido responsavelmente, como ajudado, dentro do
possível, ao governo, porém, as pessoas, de fato, estão cansadas de ficar em
casa, de não terem relacionamentos
sociais e não será por meio repressivos que se conseguira bons resultados no
combate ao coronavírus. É preciso educar a população, o que sabemos que não é
fácil”.
Segundo
ele, “O otimismo já foi muito maior antes da edição do último decreto estadual,
de vez que havia toda uma tendência de restabelecer o equilíbrio devido à
situação dos meses anteriores e de que estávamos retomando à normalidade. Agora
a nossa associação tem uma preocupação bastante grande em buscar o fomento do
comércio que deve ter, mais ou menos, o mesmo volume do ano passado”. Afirmando
que a tendência para as vendas de fim de ano deve seguir no caminho dos produtos
com valores mais baixos, de vez que o
consumo será mais com os gastos em função das incertezas, Oriani diz que “Ainda
assim temos um consumidor que está se recuperando, e com as injeções de
recursos do 13º e do auxílio emergencial, temos a esperança de que dezembro
será um mês importante para a retomada do crescimento que, esperamos, aconteça
em 2021”.
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