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Associação Comercial de Rondônia vê fim de ano com otimismo

Para o presidente da ACR, Vanderlei Oriani, o comércio não é responsável pelo aumento da pandemia e as ações repressivas não surtirão efeito. É preciso educar a população.


Associação Comercial de Rondônia vê fim de ano com otimismo - Gente de Opinião

Se os resultados das vendas de fim fossem depender a intenção de consumo das famílias rondonienses, certamente, estaríamos muito otimistas sobre este fim de ano, porém, o que observarmos, com o comportamento de nossas autoridades, aumentando as medidas restritivas e com uma fiscalização maciça que vai, principalmente, afetar muito mais os restaurantes, bares e locais de lazer nosso otimismo decresce e se torna um desafio para o setor empresarial atrais os consumidores. Esta é a visão que o presidente da Associação Comercial de Rondônia-ACR, Vanderlei Oriani, tem do momento e das perspectivas de fim de ano de nosso comércio, que, ao seu ver, não pode ser responsabilizado pelos problemas da pandemia: “O comércio tem não apenas agido responsavelmente, como ajudado, dentro do possível, ao governo, porém, as pessoas, de fato, estão cansadas de ficar em casa,  de não terem relacionamentos sociais e não será por meio repressivos que se conseguira bons resultados no combate ao coronavírus. É preciso educar a população, o que sabemos que não é fácil”.

Segundo ele, “O otimismo já foi muito maior antes da edição do último decreto estadual, de vez que havia toda uma tendência de restabelecer o equilíbrio devido à situação dos meses anteriores e de que estávamos retomando à normalidade. Agora a nossa associação tem uma preocupação bastante grande em buscar o fomento do comércio que deve ter, mais ou menos, o mesmo volume do ano passado”. Afirmando que a tendência para as vendas de fim de ano deve seguir no caminho dos produtos com valores mais baixos,  de vez que o consumo será mais com os gastos em função das incertezas, Oriani diz que “Ainda assim temos um consumidor que está se recuperando, e com as injeções de recursos do 13º e do auxílio emergencial, temos a esperança de que dezembro será um mês importante para a retomada do crescimento que, esperamos, aconteça em 2021”. 

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