Terça-feira, 13 de abril de 2021 - 19h13

“O mundo está passando por um período delicado com a pandemia. O que não
precisamos neste momento é de ações descoordenadas em cada país, mas sim a
união orquestrada entre as nações em prol de pesquisas científicas e pela
retomada econômica”, afirma Thomas Law, presidente do Instituto Sócio Cultural
Brasil-China (IbraChina), em entrevista para o programa “A Hora e a Vez da
Pequena Empresa”. Para ele, o Brasil passou por um desgaste diplomático no
início da pandemia e agora o Itamaraty deve dialogar mais com países que
produzem vacinas contra a covid-19. “O que o Brasil precisa neste momento é da
diplomacia do pragmatismo responsável”, ressalta.
O que a China tem feito pelo Brasil
Segundo Law, moderadas pelo IbraChina, as relações diplomáticas entre os
dois países têm 46 anos e, desde o início da pandemia, o instituto integra o
comitê de crise da covid-19 do Congresso Nacional, do qual fazem parte também a
embaixada da China, a Anvisa e outras entidades públicas e privadas. “Por meio
do comitê, empresas e cidades chinesas fizeram doações, principalmente de
cestas básicas e cilindros de oxigênio, a programas de apoio no Brasil”,
ressalta. Grandes empresas estiveram envolvidas, como Huawei, Lenovo e BYD. O
instituto contribui ainda com projetos sociais e de inclusão nas comunidades de
São Paulo, por meio do esporte e da dança, segundo Law.
O IbraChina mantém parcerias com entidades e universidades para estudos
econômicos. “Temos centros de estudos na Ásia interessados no Brasil e América
Latina. Queremos reforçar o nosso compromisso para pesquisas e soluções para a
retomada econômica”, conclui.
Assista: https://youtu.be/t4nbY4ynj-I
Manobra do Banco Central visa conter inflação
Depois de longo período de estabilidade da taxa de juros, o Banco
Central iniciou um processo de aperto monetário, com aumento de 0,75% na taxa
de juros básica da economia, que aumentará o custo do crédito. Mas, o principal
objetivo é a contenção da inflação, explica Alexandre Chaia, sócio da Finted.
Para ele, essa inflação tem origem no aumento do preço das commodities e na
taxa de câmbio. “O Banco Central pretende, portanto, diminuir a tendência de
repasse da inflação nos próximos anos e, forçar a queda do câmbio”, explica.
Segundo ele, com esse movimento, haverá também uma pressão para acelerar as
reformas e, consequentemente atrair investidores. Chaia avalia que, para o
próximo trimestre, o cenário ainda é incerto, mas para o final do ano, a
tendência é que com a vacinação em massa, a economia e o mercado de consumo
voltem ao normal.
Multas na Lei Geral de Proteção de Dados (2)
Todas as empresas sem exceção precisam se adequar à Lei Geral de
Proteção de Dados. “Aquelas que ainda não iniciaram o processo de adequação
estão irregulares desde setembro de 2020, quando a lei entrou em vigor”, alerta
a advogada Karolyne Utomi. Segundo ela, a multa administrativa passará a valer
em agosto, mas em caso de inadequação, há o risco de intervenção do Poder
Judiciário ou de outros órgãos administrativos, como o Procon. As multas
previstas podem chegar a R$ 50 milhões, além de suspensão das atividades,
eliminação dos dados pessoais e advertências.
Assista : https://youtu.be/-G4UoEtg0e4
Ampliação de carência do Pronampe já está disponível na Caixa
A partir de 12/4, empreendedores que contrataram crédito pelo Programa
Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) na
Caixa podem pedir a ampliação da carência para pagamento do empréstimo. O prazo
pode ir de oito para 11 meses. De acordo com o banco, o procedimento não altera
o prazo total do contrato e pode ser feito pelo Internet Banking da Caixa, no
espaço destinado aos contratos, na opção Solicitar Prorrogação de Pausa
Pronampe. modalidade. A ampliação do prazo de carência foi autorizada por
assembleia de cotistas e março. As empresas que desejarem prorrogar a carência
da linha do Pronampe devem procurar as instituições financeiras com as quais
firmaram os contratos de crédito. Também está em tramitação no Congresso um projeto
que torna o Pronampe uma política oficial e permanente de crédito. O texto
foi aprovado no Senado e está em análise na Câmara.
Em setembro teremos a vacina 100% brasileira
As primeiras doses de vacinas produzidas com Ingrediente Farmacêutico
Ativo (IFA) nacional, fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), devem
ser entregues ao Ministério da Saúde a partir de setembro. A previsão é do
diretor de Bio-Manguinhos, Maurício Zuma. Ele participou, juntamente com o
ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, da assinatura de um memorando científico e
tecnológico entre a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fiocruz, na
sede da entidade, no Rio. Segundo ele, o prazo é longo porque há um processo
obrigatório a ser seguido que inclui adequações nas instalações de
Bio-Manguinhos. “Para que a Anvisa possa vir, na última semana de abril, nos
conceder as condições técnico-operacionais. Só aí é que nós poderemos manipular
agentes biológicos nessa área. A nossa expectativa é que maio ou junho a gente
já esteja começando a produção do IFA nacional. Isto é um processo, leva um
tempo”.
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