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Sala Verde da São Lucas é destaque no Fórum Brasileiro de Educação Ambiental



Com uma das melhores estruturas dentre as Instituições de Ensino Superior das Regiões Norte e Centro Oeste, a Sala Verde da Faculdade São Lucas foi destaque em recente Fórum Brasileiro de Educação Ambiental realizado na cidade do Rio de Janeiro. Única IES de Rondônia presente ao Fórum, a Faculdade São Lucas mostrou o trabalho inovador que desenvolve através de sua Sala Verde, com a inclusão da Educação Ambiental no Ensino Superior. A FSL ainda coordenou toda a programação relacionada aos debates e mesas redondas no tema Salas Verdes, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Além desse diferencial no que se refere ao Ensino Superior, a Sala Verde da São Lucas também apresentou quatro trabalhos científicos na área ambiental, produzidos pela professora Maricélia Cantanhede e as acadêmicas Lidiane Costa e Yasmine Marjorie, do 6º Período do Curso de Ciências Biológicas. 

Realizado no Campus Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Fórum Brasileiro de Educação Ambiental proporcionou o Encontro Nacional das Salas Verdes, sendo que a Faculdade São Lucas foi a única Instituição de Ensino Superior da Região Norte presente ao evento. A professora Maricélia Cantanhede, coordenadora do Núcleo de Educação Sócio-Ambiental (Nessa)/Sala Verde da São Lucas, destacou a importância do Fórum, principalmente pelas temáticas ambientais, tendo em vista os efeitos causados em conseqüência da ação do homem. “Há consciência de que somente com a educação se poderá reverter a situação”, salientou. Para as acadêmicas Lidiane Costa e Yasmine Marjorie, o evento contribuiu para a promoção de intercâmbio cultural e o fortalecimento das redes que trabalham com a educação ambiental.

O ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, participou do Fórum e destacou o trabalho realizado pela Sala Verde da Faculdade São Lucas, um núcleo de articulação e não apenas de pesquisas. Segundo Minc, as Salas Verdes são importantes no processo de sensibilização dos acadêmicos, que já têm pensamento crítico pré-estabelecido.

Fonte: Chagas Pereira

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