Sexta-feira, 1 de abril de 2011 - 16h03
“Nosso objetivo é construir uma prática inclusiva pela via da integração ensino, pesquisa e extensão. E nessa direção trabalhamos o binômio ensino-extensão. O conceito de extensão ainda é muito discutido no meio acadêmico, e sua importância, cada vez mais integrada ao ensino e à pesquisa, no âmbito do Ensino Superior, é inegável”, destaca a professora Hélia Cardoso Gomes da Rocha, Coordenadora Pedagógica Geral das Faculdades São Lucas e São Mateus. Para ela, o conceito de extensão ainda é muito difuso e o Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras vem tentando refinar essa definição. “Segundo esse Fórum, a extensão constitui um processo educativo, científico, cultural, de interação da academia com outros setores da sociedade, realizado por meio de ações, como programas, projetos, cursos, assessorias, consultorias e serviços”, salienta. Na opinião da professora, essas atividades representam uma abertura da academia para a sociedade, através de um movimento essencialmente inclusivo. De acordo com a coordenadora pedagógica da São Lucas e da São Mateus, a formação cidadã do aluno universitário é uma meta que ganha cada vez mais força. “É preciso que o Ensino Superior esteja voltado para as necessidades da população, orientando as atividades acadêmicas para o envolvimento, atendimento e solução de problemas da comunidade”, alerta a professora Hélia Rocha, argumentando que o envolvimento dos estudantes nas problemáticas da comunidade é a estratégia privilegiada para que ele passe a enxergar sua profissão de maneira mais humanista. Ela observa que a ciência, a tecnologia e a cultura devem ter estreitas relações com a sociedade, proporcionando qualidade de vida e tornando plena a convivência comunitária. “Promover a difusão do conhecimento, o envolvimento com os movimentos sociais, com empresas e organizações governamentais e não-governamentais se constitui cenário rico para a formação discente, como também oportunidade de formação docente continuada, além de expressar o comprometimento da IES com a transformação da sociedade rondoniense e a inclusão social no País”, acentua.
A docente da São Lucas destaca, ainda, que os progressos científicos e tecnológicos, vivenciados nas salas de aulas e nos laboratórios, por estudantes e professores, passam a ter significado concreto na solução de questões comunitárias, com resultados nas vidas de inúmeras pessoas. “A escolha da inclusão como temática reforça o compromisso das Faculdades São Lucas e São Mateus de buscarem caminhos para a transformação social e enfrentamento dos problemas que levam à exclusão. Por isso extensão é entendida aqui como atividade eminentemente inclusiva, cuja função é ser integradora do ensino e da pesquisa”, informa. Do ponto de vista pedagógico, a professora Hélia Rocha acredita que a inclusão social se dará pela via da interdisciplinaridade e da extensão. “O nosso desejo é que a extensão nas Faculdades São Lucas e São Mateus tenham, a partir de ações metodológicas interdisciplinares, como estrutura teórico-metodológica, para o trabalho dos atores do processo de ensino-aprendizagem e os projetos de extensão, sejam de grande relevância para inclusão social, pois entendemos que as práticas de extensão interligam as atividades de ensino e pesquisa às demandas da população, possibilitando a formação do profissional cidadão e credenciando a produção de conhecimento para a superação de desigualdades sociais”, assinala. Conforme a docente, os pilares do Ensino Superior, cada um com a sua especificidade, mas integrados, devem convergir para uma atuação inclusiva.
Fonte: Chagas Pereira (Registro Profissional 165 – DRT/RO)
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