Terça-feira, 6 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Cultura

Palco Giratório movimenta cena cultural de Porto Velho


Enganou-se quem achou que o feriadão em Porto Velho seria de tédio e monotonia, pois o Festival Palco Giratório trouxe opções de lazer saudável e cultural para toda a família. E o principal, tudo inteiramente grátis.

Dando inícios às apresentações, o espetáculo “O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas” trouxe na última sexta-feira (7) a população a partir de 12 anos de idade para o Teatro Um do Sesc Esplada, que lotou o espaço.

A peça é inspirada no folhetim de Carneiro Vilela, “A emparedada da Rua Nova”. Na versão teatral da Trupe Ensaia Aqui e Acolá os elementos que renderiam um melodrama de circo ganham delicioso contorno paródico, através do contraste entre um gênero sério e seu tratamento em chave cômica. Referências à cultura pop dão o sabor desta comédia que resgata o conto do imaginário popular para fazê-lo reviver de maneira crítica e bem humorada.

O sábado (8) foi ainda mais agitado com a apresentação de dois espetáculos. O Circuito te Conto em Cena apresentou dois espetáculos com adaptações de contos de Machado de Assis, são eles: o romance dramático e perturbador de “A cartomante, Missa do Galo e O Espelho”, e a comédia “Ernesto de Tal”, ambos no Teatro Um do Sesc Esplanada.

Ainda no sábado, mas já no Anfiteatro da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, a população pôde assistir “O cabra que matou as cabras”, uma comédia que traz questionamentos sobre as relações de poder e hierarquia implícitas no cotidiano das pessoas.

O domingo teve a apresentação do Circuito te Conto em Cena que encerrou o final de semana com o espetáculo “A causa secreta” e “O enfermeiro”, levando mais uma vez o público a conhecer um pouco mais sobre a obra de Machado de Assis de forma descontraída.

Programação

As apresentações continuam e hoje o espetáculo será “Vila Tarsila”, às 20h30, no Teatro Um do Sesc Esplanada.

Um espetáculo que relembra a infância de Tarsila do Amaral transporta o espectador ao mundo antropofágico da artista, demonstrando que sua obra nasceu das experiências visuais das inúmeras viagens realizadas e das brincadeiras que recheavam as tardes na fazenda onde vivia em Capivari, interior de São Paulo, onde podia correr livremente e brincar com bonecas feitas de mato, em contraponto com a educação francesa que recebeu de seus pais.

Fonte: Folk Produções

Gente de OpiniãoTerça-feira, 6 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

 Pontão de Cultura Raízes Amazônicas capacita 15 pessoas em oficina gratuita de artesanato com fibras vegetais em Vilhena

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas capacita 15 pessoas em oficina gratuita de artesanato com fibras vegetais em Vilhena

O Pontão de Cultura Raízes Amazônicas: Celebrando a Diversidade Cultural, coordenado pela Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvim

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas lança publicação digital da campanha “Celebrando a Diversidade Cultural Amazônica”

Pontão de Cultura Raízes Amazônicas lança publicação digital da campanha “Celebrando a Diversidade Cultural Amazônica”

O Pontão de Cultura Raízes Amazônicas: Celebrando a Diversidade Cultural, coordenado pela Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvim

Documentário sobre a Festa do Divino na Comunidade Quilombola de Santa Cruz é exibido para alunos do EJA em Cerejeiras

Documentário sobre a Festa do Divino na Comunidade Quilombola de Santa Cruz é exibido para alunos do EJA em Cerejeiras

O curta-metragem documental “Vozes do Divino: Tradição e Cultura na Comunidade Quilombola de Santa Cruz” foi exibido no dia 29 de outubro para aluno

Quando o clima muda, o rio Madeira fala através do cinema

Quando o clima muda, o rio Madeira fala através do cinema

Se o mundo está à beira do colapso climático, o curta-metragem CL[y]MATICS, do Coletivo Madeirista de Rondônia, preferiu falar uma linguagem que qua

Gente de Opinião Terça-feira, 6 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)