Porto Velho (RO) domingo, 15 de setembro de 2019
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Paulo Saldanha

CRÔNICAS GUAJARAMIRENSES - Eu não sabia, mas até em Roma Bolsonaro tocou fogo


CRÔNICAS GUAJARAMIRENSES - Eu não sabia, mas até em Roma Bolsonaro tocou fogo - Gente de Opinião


Não quero ser dramático, mas esse Macron, um boneco enfeitado, regido por sua mulher-presidente, um fantoche que morto não fará falta, anda tumultuando a Europa com a idéia fixa de detonar o Jair Bolsonaro, nosso Presidente atual e de cada dia.

Será que ele deseja reeditar o massacre da noite de São Bartolomeu? Será que ele ficou ainda mais recalcado pelos incêndios ocorridos na França, inclusive na Igreja de Notre Dame?

Ou será que, como povo dominador que historicamente a França foi, deseja impor a colonização do Brasil haja vista a descoberta aqui de minerais como o nióbio e de essências curativas, sendo que lá no seu próprio país derrubaram todas as florestas? Povo ganancioso que, desde 1555 (no Rio de Janeiro) e 1615 (no Maranhão) vem tentando cometer um “Brasilicídio” contra nós como fizeram na África, dominando ali diversos povos mediante violência e sadismo.

Todo ano ocorrem os incêndios lá na Califórnia, nos EUA, já festejados pelos demônios do fogo eterno. Ainda outro dia Portugal incendiou-se… Destruição no oeste norte-americano e no oeste Europeu, ali no país irmão, aquele dos lusitanos.

Bruno Fávero nos alerta, num escrito de 21 de agosto de 2019, que “pelo menos três imagens antigas de animais mortos e feridos têm circulado nas redes sociais fora de contexto, como se fossem vítimas das queimadas deste ano no Brasil. Uma delas mostra dois macacos na Índia em 2017, outra retrata um coelho queimado em incêndios da Califórnia em 2018, e uma terceira, de uma onça carbonizada, não teve sua origem identificada, mas circula na internet pelo menos desde 2016”. No entanto, nenhum espanto mundial há para com as queimadas que insistem em acontecer nos EUA.

Da ONU são expedidas preocupações com as queimadas (e é para nos preocuparmos, mesmo!), mas nenhuma crítica mais contundente foi endereçada à Rússia, onde “na Sibéria, mais de 33 mil quilômetros quadrados de floresta pegaram fogo no inicio deste agosto, o que coloca a Rússia no caminho do pior ano com o registro deste tipo de incêndio.

De acordo com os relatos, a fumaça causada pelas chamas cobriu vastas áreas do território russo, incluindo cidades como Novosibirsk, e também cruzou o Oceano Pacífico para os Estados Unidos”.

Há informações de que há uns 10 ou 15 dias a Dinamarca mandou bombeiros e recursos para combater um incêndio que desafia as autoridades porque é de grandes proporções, ali numa terra fria chamada de Groenlândia.

Até nas Ilhas Canárias, sob o domínio português, o fogo devastou uma área enorme, trazendo danos para mais de 8.000 pessoas.

Porém, quem está na boca do mundo é o Brasil e o Presidente Jair Bolsonaro. Ele é culpado, sim! Só porque ganhou uma eleição com mais de 57 milhões de votos de brasileiros, que já não suportavam essa esquerda nojenta, trabalhada no vício e na safadeza e que tem ligações umbilicais com os neobandidos, disfarçados de socialistas que habitam outros chãos continentais.

Há uma guerra surda (às vezes nem tão surda assim) na Europa, considerando a ascensão da Direita mediante o fracasso dos esquerdopatas, a exemplo do que ocorre nesta América do Sul e Central (Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua, etc.); Na Europa, por exemplo, uns miram na chegada dos migrantes mulçumanos e dos africanos, oposição frenética que domina o plano político, inclusive na França do boneco enfeitado Macron, movimentado por cordões manejados por sua Brigitte Marie-Claude Macron, que, desejando aparecer, vem agredindo o Brasil, mas não consegue frear os “Coletes Amarelos”.

Concordo que há queimadas demais no Brasil da Amazônia e do Cerrado. Os cerrados de Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Mato Grosso do Sul sofrem tanto com elas quanto Rondônia, Pará, sul do Amazonas e Acre sofrem com os incêndios amazônicos. Porém, as queimadas no Brasil brasileiro surgiram com maior intensidade a partir de 1978, ante a euforia da chegada das migrações que vieram para conquistar o Oeste Nacional. E aqui em Rondônia elas, as queimadas, já foram bem piores...

Culpar o Governo Brasileiro é “devido”, sim! Porque, vai ver, o atual governo ajudou Nero a tocar fogo em Roma no ano 64 d.C, no dia 18 de julho. Mas como, se Bolsonaro nem nascido era, nem o Brasil havia sido descoberto e o nosso Presidente nem tocar lira sabe?

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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