Sábado, 19 de setembro de 2009 - 17h11
Estado exportará carne pela Rodovia do Pacífico e quer oferecer aos produtores uma usina de nitrogênio. Produto vem sendo adquirido em Rondônia, a R$ 13 o litro.
MONTEZUMA CRUZ
Agência Amazônia
RIO BRANCO, AC – Com tecnologias da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), entre as quais o pastejo rotacionado, pecuaristas em atividade no Estado do Acre estão obtendo até três bois por hectare/ano. Esse resultado, considerado bom pelo secretário estadual de Agropecuária, Mauro Jorge Ribeiro, aumenta as possibilidades de exportação de carne para os mercados europeu, norte-americano e asiático, tão logo for aberta a Rodovia Interoceânica (ou Rodovia do Pacífico), que ligará a fronteira de Assis Brasil-Iñapari (Peru) aos portos de Ilo e Matarani, no vizinho país.
Animado com o desempenho do setor, Ribeiro encaminhou esta semana ao Ministério da Ciência e Tecnologia um projeto que pleiteia recursos de R$ 600 mil para a instalação de uma usina de produção de nitrogênio líquido. Ela atenderá a demanda dos pequenos produtores de leite do Estado, que vêm utilizando a inseminação artificial e outras biotecnologias da reprodução.
A pecuária foi introduzida no Acre no início dos anos 1970. O secretário lembrou que, em 2001, a pecuária ocupava 80% das áreas desmatadas no Acre, com cerca de 1,5 milhão de hectares de pastagens. Na ocasião registrava-se uma lotação média de 1, 38 cabeças por hectare.
Tecnologias desenvolvidas pela Embrapa, por outras instituições públicas de pesquisa e pelo setor privado vêm possibilitando que pequenos médios e grandes produtores adotarem sistemas mais intensivos, com maior rentabilidade e sustentabilidade. “Nessas propriedades, existem pastagens de gramíneas consorciadas com leguminosas com mais de 20 anos. Utilizadas em sistema de pastejo rotacionado, essas pastagens têm mantido até três animais por hectare durante o ano, com os bois resultantes de cruzamentos industriais”, informa o projeto entregue ao ministério.
Nem todos têm recursos
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