Terça-feira, 2 de agosto de 2016 - 21h32

Tenho em casa uma máquina de escrever daquelas que a maioria das pessoas com mais de 40 anos conheceu bem e que só depois migraram, como eu, para computadores – cada vez mais modernos e, pelo menos para mim, mais difíceis de nos entendermos.
Minha neta Yasmin, seis anos, que com sua voracidade pela tecnologia muitas vezes resolve problemas em meu celeluar que eu entendia serem tão difíceis, mas para ela são fáceis, entrou na “república livre”, que é o nome do que chamam de escritório lá em casa e voltou corrrendo.
“Mãe, tem um computador bem antigo em cima da bancada do avô”.
Minha filha Michelle deixou o que fazia e veio saber qual era o “computador bem antigo”, e deparou-se com a quase secular “Remington” no local onde o irmão dela, mais velho, havia deixado depois de tentar entender o mecanismo da “Remington”.
Pior mesmo foi quando cheguei e tive de explicar aos dois como funcionava a máquina de escrever, como botar um papel, mudar a fita etc. Outra neta, Luiza, de cinco anos resolveu se meter: “Avô, não era melhor comprar um computador que a gente entenda?”
Fonte: Lúcio Albuquerque, repórter
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