Sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017 - 05h04
HISTÓRIAS DO LÚCIO
Lúcio Albuquerque, repórter
CHÁ DE ESTRELA
Em 1987, um pouco mais, um ano menos, o (àquela altura muito ativo) Sindicato de Jornalistas de Rondônia recebeu o então presidente da Fenaj e, depois de uma reunião no auditório do SENAC, resolvemos levar o presidente para “fazer uma hora” enquanto dava o tempo dele ir para o aeroporto no início da madrugada, e “acampamos” no “Caravela do Madeira”.
Talvez porque eu fosse dos poucos que tinham carro, e eram muitos os “caronas”, deram-me a função de “tesoureiro” (na realidade foi a maneira da turma carona de contar com o carro na volta). Estávamos numa reunião gastronômica por adesão e eu estava com o “capital” já no bolso.
Aí chegaram duas importantes figuras do governo, ambas recém-chegadas como tantas outras que o Jerônimo trouxe, apesar do discurso de “governar com quem ajudou a eleger”. A dupla era amiga da turma e do visitante, e já chegaram pedindo “uísque” ao garçom.
Fiz sinal ao garçom que esperasse e expliquei como seria a despesa, e que eles deveriam antecipar sua parte.
Um deles, que era secretário do governo, saiu-se com a famosa frase: “Você sabe quem sou eu? Eu sou o secretário do governador”.
Bom, como eu sabia quem eram os dois, e o que cidadão falante era no governo, apenas disse a eles que “secretário ou não aqui é por adesão e se não quiserem pagar sua parte não comem nem bebem”.
Os dois levantaram e foram para outra mesa. Pediram uma cerveja e, sem cumprimentar ninguém, foram embora. Tentaram e não conseguiram aplicar o
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