Sábado, 27 de março de 2010 - 07h19
Com tantas pressões acreditava-se que o ex-senador Expedito Júnior já desistisse da sua candidatura ao governo do estado ainda em janeiro. Ainda existem apostas na sua desistência, mas o tucano resiste bravamente ao ultimato do governador Ivo Cassol, para que abandone a postulação ao Palácio Presidente Vargas e dispute o Senado. O prazo para a desistência é até o dia 31.
As eleições presidenciais abrem com a polarização entre o governador de São Paulo, José Serra da aliança PSDB/DEM e a ministra Dilma Roussef da coligação PT/PMDB. Ainda estão colocados como pré-candidatos Ciro Gomes (PSB-Ceará) e Marina Silva (PV-Acre). Mais dois pré-candidatos acabam de ser lançados: José Maria Eymael (PSDC) e Ivan Pinheiro (PCB).
Durante o Fórum da Sustentabilidade em Manaus, o governador Eduardo Braga vai defender a importância de manter a floresta em pé. O Fórum contará com a presença de astros do porte do ex-vice-presidente americano Al Gore e o diretor e cineasta James Cameron, além de especialistas em meio ambiente e lideranças empresariais, executivos e políticos de todo país.
Braga esta aproveitando a ocasião para se projetar como o “porta voz da Amazônia” e assegura que o problema de desmatamento tem ocorrido não por falta de conhecimento e sim pela necessidade de sobrevivência. Para ele, se for valorizada a floresta em pé e os mecanismos que representam avanços econômicos e ambientais, a floresta vai sobreviver.
Mas duro de agüentar mesmo é esta historinha criada pelos ministros de Lula que a BR-319 será uma estrada parque, algo considerado inédito no país. Ora, assim que a ponte sobre o madeirão estiver concluída, teremos uma verdadeira corrida migratória ao sul do Amazonas e ao longo dos quase 900 quilômetros da rodovia que liga Porto Velho à Manaus. O “parque” vai pra as cucuias rápidinho...
Como se vê, os políticos gostam de inventar nomes pomposos para impressionar a população. Sendo assim, a BR 319 será uma “estrada Parque”, e o anel viário de Porto Velho, será conhecido como “Arco Norte”. E olhe que as duas obras ainda estão distantes de serem concluídas, imaginem quando estiverem prontas: cada trecho terá uma inauguração...
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Amado por uns e odiado por outros, o polêmico governador Ivo Cassol deixa o Palácio Presidente Vargas na semana que vem para disputar o Senado. A contagem regressiva foi aberta e ele já começou a percorrer as emissoras de rádio e televisão do estado falando em tom de despedida, fazendo um balanço de seus quase oito anos de governo.
Nosso linguarudo mandarim vai deixar importantes marcas nos campos políticos e administrativos. Na área política, ainda na primeira gestão, superou alguns fatos marcantes como a reviravolta do impeachment (o caso da cassação) armado contra ele, quando Ivo acabou detonando os deputados estaduais durante o episódio das fitas gravadas.
Nas eleições de 2006, Cassol consagrou-se como o único governador a obter a proeza da reeleição na historia de Rondônia, derrotando a maior frente suprapartidária já formada neste estado, carregando nas costas um senador, três federais e uma carrada de estaduais, esmagando a oposição, como nos bons tempos de Teixeirão.
Dentre outros aspectos do planejamento tributário, estão as obrigações acessórias, que são derivativas da obrigação principal − o pagamento dos tributos − e que constituem em informações prestadas pelo próprio contribuinte e por terceiros (bancos e administradoras de cartões de crédito) aos órgãos da administração tributária federal, estadual e municipal.
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