Sexta-feira, 20 de junho de 2008 - 06h27
A lista suja
Infelizmente a decisão final do Tribunal Superior Eleitoral- TSE é de não divulgar a lista de candidatos processados, conforme o ministro Carlos Ayres de Britto, presidente daquela Corte. Mas
pelo menos facilitará o acesso das informações para quem tiver interesse em saber da situação daqueles que tem a ficha suja.
A moralização
Num país onde boa maior parte da população não tem acesso a informação, quem acaba sendo beneficiado com a omissão do TSE nesta divulgação, são os corruptos. Ora, era o caso do órgão se unir as entidades civis para divulgar com toda clareza, em todos os rincões do país, quem são aqueles de ficha suja.
Novo conceito
O deputado estadual Tziu Jidaias (PMDB-Ariquemes) tem um estranho conceito de fidelidade. Esta filiado ao PMDB e é ao mesmo tempo líder do governo na Assembléia Legislativa. É um novo modelo de fidelidade partidária em Rondônia, aquele que serve dois senhores ao mesmo tempo.
O ressarcimento
Projeto de autoria do deputado federal Jorge Tadeu Mudalem (DEM-SP), prevê que os fabricantes de cigarros indenizem o Sistema Ùnico de Saúde (SUS) pelos gastos decorrentes com doenças relacionadas ao uso de derivados de tabaco. A matéria corre em regime de urgência no Congresso. As doenças a serem indenizadas e seus valores ainda serão definidos.
Proibição em pauta
O projeto do parlamentar paulista também prevê a proibição do uso de máquinas para a venda de cigarros e charutos no país. Neste caso, a multa estabelecida será de até R$ 25 mil, podendo ser triplicada em caso de reincidência. Como se sabe, tabagismo é considerado pela OMS a principal causa da morte em todo mundo
As definições
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Tudo se encaminha para as definições em Porto Velho e Ji-Paraná. Na capital o PDT entra na coalizão suprapartidária dando sustentação ao projeto de reeleição do prefeito Roberto Sobrinho. Na capital da BR, esta saindo a fumacinha branca do encontro dos cardeais, para indicar um acordo entre José Bianco (DEM) e Zé Otônio (PSDB).
Em Ouro Preto
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Conversei ontem com o deputado estadual Alex Textoni e ele me garantiu que ainda hoje sai a definição do seu vice em Ouro Preto do Oeste. O pré-candidato a prefeito do PTN vai pilotar uma aliança de quase uma dúzia de partidos e entra na jornada com apoio do governador Ivo Cassol.
Última homenagem
Amigo de longa data e colega durante anos aqui do Diário da Amazônia durante a implantação deste rotativo, faleceu ontem em Porto Velho Mário Oliveira. Foi velado na funerária São Judas Tadeu, onde recebeu as últimas homenagens dos amigos e seu corpo será sepultado em Linhares, no Espirito Santo.
A criminalidade
O governo Luis Inácio Lula da Silva aposta na ampliação do Projovem para reduzir a criminalidade entre os jovens no país. Recente estudo mostrou que a maioria dos presos brasileiros são jovens e a maior parte da criminalidade vem das camadas populares, pela falta de opções ao estudo e trabalho e lazer.
Convenção marcada
Esta definida para o próximo dia 29, domingo, a convenção do PMDB que servirá para homologar em Vilhena a candidatura do ex-prefeito Melki Donadon. Melki já foi prefeito duas vezes, emplacou o atual, seu sobrinho Marlon e tem tudo para voltar ao poleiro no Palácio dos Parecis.
Do Cotidiano
Impactos catastróficos
A assustadora estiagem amazônica de 2005 obteve uma unanimidade e duas discordâncias. A unanimidade é o temor de que ela venha a se repetir no futuro. As discordâncias: para alguns especialistas, ela foi uma primeira grande “pontada” do aquecimento global, um sinal divino de que nossos pecados com o meio ambiente estão em vias de chegar ao castigo infernal; para outros, trata-se de um pico, um fenômeno atípico que até pode se repetir, mas não tem relação de causa e efeito com o aquecimento global.
O problema é que secou, esturricou, dramatizou uma realidade que para as populações da região não é a mais animadora. Afinal, quem quer ser vítima de secas, fumaceira, enchentes e miséria sustentada em lugar do desenvolvimento sustentável?
Em paralelo a esse debate, há outro, ainda mais preocupante sobre as suposições de que a seca de 2005 tenha sido o efeito de uma causa em especial ou uma ocorrência atípica: é mesmo verdade que o apocalipse virá? O mar de água doce vai virar sertão?
Para nos intranqüilizar ou advertir, seja como for, o cientista inglês Peter Cox, professor de Dinâmicas de Mudanças Climáticas da Universidade de Essex, manifesta sua crença de que os mesmos fatores que causaram a estiagem devem se repetir. “Não podemos dizer com certeza que a seca como a que ocorreu em 2005 foi causada pelo aquecimento global. Mas podemos dizer que a probabilidade de um evento como esse vai aumentar como conseqüência da mudança de clima induzida pelo homem, podendo se tornar bastante comum até o final do século”, afirma Cox.
Em todo o mundo, diferentes equipes procuram montar cenários para projetar o que pode mudar no clima e na Amazônia em futuro breve. Um dos cenários mais confiáveis é o do inglês Hadley Centre, defendido por Cox. Esse modelo tem como característica central o tom de alerta para impactos catastróficos na Floresta Amazônica em um período décadas, ao cabo dos quais os técnicos não hesitam em afirmar que tende a sobrevir o “colapso da Amazônia”.
Embora haja outros modelos, alguns bem diferentes desse “catastrofismo”, como dia o ex-presidente Fernando Henrique, está já bem claro, pela repercussão entre os cientistas, que o modelo do Hadley Centre fez a cabeça da comunidade. O representante brasileiro do programa International Geosphere-Biosphere, Carlos Nobre, está convencido de que o alerta é válido, mas que a seca de 2005 foi atípica.
“A maior parte da secas na Amazônia”, disse Nobre, “acontece no Nordeste da floresta, mas esta começou no Oeste e no Sudoeste, e seu impacto se espalhou até o Centro e o Leste”. Sendo assim, já que de fato não é nenhuma inevitável maldição divina, ainda está em tempo de tomar atitudes que respeitem o ambiente e a vida dos amazônidas.
Via Direta
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Fonte: Carlos Sperança
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